Klimacamp Viena: Movimento europeu pela justiça climática

Climáximo esteve no acampamento pelo clima (Klimacamp) em Viena. Participámos nas oficinas, ações e também na reunião da rede Climate Justice Action.

Climaximo in Klimacamp, Viena from Climaximo on Vimeo.

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Queremos partilhar com tod@s @s ativistas os planos de ação para os próximos meses e anos. (Vamos também discutir um pouco sobre como #pararofuro. 😉 )

15 de junho, sexta-feira, às 20h00

GAIA-Lisboa: Rua da Regueira 40, Alfama, Lisboa

NB: Isto também é o jantar de despedida da Olha, a melhor ativista ucraniana em Lisboa. 🙂

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O que é o Jantar Popular?
– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

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Política Ambiental – Do ativismo ao progresso nacional

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Pela convite no Núcleo de Estudantes de Relações Internacionais, estivemos no ISCSP para discutir ativismo e políticas ambientais em Portugal e no mundo. Contámos um pouco a história da luta da exploração de petróleo em Portugal, o que o governo pretende fazer, e que nós devemos fazer ( http://www.pararofuro.pt 😉 ).

Agradecemos o convite e vamos então enterrar de vez todos os furos de petróleo. 🙂

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Formação em Ativismo Climático – Porto

Formação em Ativismo Climático e Lançamento do Núcleo do Climáximo no Porto

Os governos de todo o mundo assinaram muitos papéis a dizer que vão resolver a crise climática. Esses mesmos governos continuam a autorizar novas infraestruturas de combustíveis fósseis. Assim sendo, ninguém vai resolver este assunto por nós. Somos nós aqueles de quem estávamos à espera. 🙂

Climáximo e Coletivo Clima estão a juntar forças para construir um movimento nacional pela justiça climática.

No dia 28 de abril, vamos fazer uma formação em ativismo climático no Porto e lançar uma série de ações.

28 de abril, Sábado
10h – 18h
Sindicato dos Professores do Norte (Rua Dom Manuel II, 51-C 3° , 4050-345 Porto)

Programa

10h00 Ciência Climática

  • Ciência climática (pdf)
  • Justiça Climática (pdf)

11h00 Panorama Político do Clima

Almoço

14h00 Luta contra os Combustíveis Fósseis em Portugal

15h00 A campanha Empregos para o Clima

16h00 Próximos passos na luta

INSCRIÇÕES FECHADAS. MANDA-NOS UM EMAIL PARA RECEBER INFORMAÇÃO SOBRE AS PRÓXIMAS AÇÕES.

 

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Convívio: a importância da Justiça Climática (FLUL)

Esta terça-feira, dia 10 de Abril de 2018, o Núcleo do Ambiente da FLUL vai dinamizar um convívio com o Climáximo e a Linha Vermelha para conversarmos sobre as alterações climáticas e a importância da justiça climática.

Estarão presentes dois convidados especiais para esta enriquecedora partilha de conhecimento e experiência: Sinan Eden, activista do Climáximo e João Costa, dinamizador da Campanha Linha Vermelha.

Este convívio de aprendizagem informal terá lugar no espaço junto à antiga livraria da FLUL, no corredor do Letras Bar/Cola (local sujeito a confirmação segunda-feira) entre as 16h30 e as 19h.

Durante esta sessão, serão abordados, entre outros, os seguintes tópicos:

  •  Ciência climática simplificada: qual o estado do planeta Terra? Porque se diz que estamos numa “crise ambiental”?
  • O Acordo de Paris (COP 21, 2015 : Compromisso internacional discutido entre 195 países com o objetivo de minimizar as consequências do aquecimento global): do papel à efetivação – O que está a falhar?
  • Capitalismo e monopólio industrial: um atentado à justiça social e ambiental
  • O que é a justiça climática?
  • Soluções e alternativas: lutar por um futuro verde, limpo e justo
  • Activismo climático: Movimentos de protesto em Portugal e no Mundo; como participar ativamente?

Tudo isto, enquanto TRICOTAMOS uma LINHA VERMELHA gigante para marcar o limite dos 2ºC de aquecimento global que não podemos ultrapassar. Não sabes tricotar? Mais uma coisa para aprendermos juntos! Podes sempre participar no convívio, quer queiras/saibas ou não tricotar!

Junta-te a nós! Contamos contigo 😊

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Climáximo ao Porto! :)

És do Norte de Portugal e andas à procura de uma organização horizontal que faça ativismo climático?

Já tens (pelo menos uma) solução.

O Climáximo está a planear dinamizar um grupo no Porto! 🙂

Se queres fazer parte deste processo,
– envia-nos um e-mail com o teu contato, e
– inscreve-te no autocarro para a manifestação “Enterrar de vez o furo
para conversarmos sobre as nossas ideias.

Até já!

*

O Climáximo é um coletivo que se reúne semanalmente para organizar ações a vários níveis na luta pela justiça climática, tais como: luta contra a exploração de petróleo e gás, campanhas pelos transportes públicos e a campanha Empregos para o Clima.

Tricot Vadio e “Et Cetera”

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A Campanha Linha Vermelha e a escola de línguas “Português et cetera” vão estar no Lisboa Vadia a tecer Linha Vermelha!

Quem não souber tricotar também é bem vindo e pode sempre aprender connosco!

Teremos connosco o Tiago Rorke, do Climáximo, para nos falar um pouco de alterações climáticas e da urgência em agirmos!

Iremos ver alguns vídeos, falar sobre esta problemática e também iremos tricotar e “crochetar”.

Já conhecem este projeto? Afinal o que é a linha vermelha?
A Linha Vermelha é uma campanha nacional para alertar e informar sobre a exploração petrolífera e de gás (fracking) nas costas portuguesas. Até todos os 5 contratos de prospecção e exploração de petróleo e gás serem rescindidos, estaremos a tecer e a desafiar o Pais a tecer a Linha Vermelha. Queremos mobilizar e unir o País!

20 de março, às 21h00

Lisboa Vadia: Rua de São Mamede ao Caldas nº 33 a, 1100-533 Lisbon, Portugal

https://linhavermelha.org/

http://www.portuguesetcetera.com/

Relatos das sessões

Aqui partilhamos um pequeno resumo e algumas fotos da cada sessão do 3º Encontro Nacional pela Justiça Climática.

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Plenário inicial: porque fazer um encontro pela justiça climática agora?

Oásis ou Deserto? Incêndios, floresta e alterações climáticas em Portugal

Os incêndios florestais em Portugal em 2017 foram uma catástrofe de escala global, tanto pela área ardida como pelo numero de mortes. No entanto, estes não foram simplesmente uma fatalidade, mas sim um conclusão inevitável de alterações climáticas, com temperaturas record e humidades drasticamente baixas, sob uma floresta abandonada e eucaliptizada para servir os interesses da indústria da celulose. Os cenários para as próximas décadas revelam a necessidade claríssima de mudar a floresta na sua estrutura e composição para que, com o apoio a um regresso de população aos meios rurais, a floresta possa servir como reservatório imprescindível de água, solos e fonte de produção alimentar, ao invés de um grande eucaliptal em desertificação.

Mineração nos fundos marinhos

Esta sessão pretendeu dar a conhecer que atividade extractivista é esta, em que ponto estamos no que toca ao seu desenvolvimento mas acima de tudo, que riscos estão associados e como podemos mobilizar-nos contra a sua realização. No final, gerou-se um interessante debate sobre as razões que levam os governos a apostar nisto e as razões por que não é verdade que a Humanidade necessita de enveredar pela mineração para continuar a subsistir.

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Transportes Públicos para o Clima

Os transportes são uma necessidade social básica, que condicionam o acesso serviços e bens essenciais. Mas o estado dos transportes em Portugal é precário e preocupante em dois sentidos: 1) Os efeitos de anos de desinvestimento e privatizações no setor dos transportes em Portugal é vivido diariamente pelas pessoas sob a forma de atrasos, supressões, horários reduzidos e falta de oferta, acidentes e falhas de segurança, enquanto empresas privadas subsidiadas pelo Estado continuam a despedir trabalhadores e ditar os preços altos e a oferta reduzida. 2) Os transportes representam 25% das emissões nacionais, e existe uma tendência de aumento do uso do carro individual em vez do autocarro. É urgente investir nos transportes numa ótica de serviço público em prol da justiça social e do combate às alterações climáticas.

MIC: o obstáculo mais insidioso à Justiça Climática

Acordar a ação cidadã para exigir dos políticos o zelo pelo bem comum. Não ao CETA, ao ISDS e ao MIC, sistemas antidemocráticos ao serviço das multinacionais.

Imigração e Clima

As deslocações maciças de populações afetadas por desastres ambientais associadas as mudanças climáticas são talvez uma das faces mais visíveis da injustiça climática: os mais vulneráveis e com menor capacidade de adaptação são muitas vezes os mais afetados pelos seus impactos. Mas a narrativa do refugiado climática pode dividir, em vez de ajudar a resolver estas injustiças.

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Exploração de combustíveis fósseis em Portugal – quais as alternativas?

Ponto de situação sobre os contratos de petróleo e gás ativos em Portugal. Falámos sobre o novo gasoduto em Portugal. Foi relatada a experiência da PALP no Algarve e foram abordadas estratégias e divulgação e informação. Antes do debate, Tamera falou sobre o seu trabalho em Relíquias. Falaram de potenciais alternativas, que envolvem, por exemplo, a restauração de ecossistemas, a utilização de energias renováveis e a sua aplicação a nível descentralizado, regenerativo e local. Falaram também sobre o papel dos ciclos hidrológicos, a reflorestação, tudo isto como possibilidades de reverter as alterações climáticas. Falaram de uma mudança de sistema e partilharam exemplos de diferentes partes do Mundo.

 

Como lutar contra os combustíveis fósseis: Experiências internacionais

 

Plenário Final: E agora, o que vamos fazer?

O comunicado do encontro, aqui: Encontro pela Justiça Climática em Lisboa garante luta feroz contra furos de petróleo em Portugal.

Ações 3Encontro

Como chegar ao 3º Encontro Nacional pela Justiça Climática

Como chegar ao 3º Encontro Nacional pela Justiça Climática:

11 de fevereiro (Domingo), 10h-18h
FCUL, Edifício C6

Salas 6.2.49, 6.2.50, 6.2.52
Anfiteatro 6.1.36

Metro: Cidade Universitária ou Campo Grande

Carris: 701, 717, 731, 735, 736, 738, 747, 750, 755, 764, 767, 783, 796

Rodoviária de Lisboa: 201, 300, 311, 312, 313, 315, 329, 331, 333, 334, 335, 336, 337, 344, 353, 354, 901, 931

Mais informações e programa: https://tinyurl.com/3encontronacional

Programa do 3º Encontro Nacional pela Justiça Climática

Nesta página, podes encontrar o programa detalhada do 3º Encontro Nacional pela Justiça Climática, que acontecerá no dia 11 de fevereiro, Domingo, na FCUL.

Oásis ou Deserto? Incêndios, floresta e alterações climáticas em Portugal

10h30 – 12h00 ; Sala 6.2.4901A Floresta

Em 2017 deram-se os maiores incêndios florestais da História do país, devastando mais de 400 mil hectares e matando mais de 100 pessoas. Temperaturas extremas e humidades desérticas foram a ignição para um território abandonado, espartilhado e entregue à indústria da celulose. Com os cenários climáticos futuros em cima da mesa, é imprescindível tomar decisões de fundo: manter o modelo das últimas décadas e tornar o território num deserto, ou mudar drasticamente as regras do jogo para que a floresta seja uma ferramenta central para defender território, pessoas, solos e água.

Com:

  • João Camargo, investigador em alterações climáticas, Climáximo
  • Paulo Pimenta de Castro, engº florestal, presidente da Acréscimo
  • Pedro Matos Soares, geofísico, investigador da Faculdade de Ciências, UL

Mineração nos fundos marinhos

10h30 – 12h00 ; Sala 6.2.5001B Mineracao

A perspetiva extrativista é-nos praticamente inata e acompanha-nos desde o início da Humanidade. Depois da prospeção petrolífera, tenta-se ultrapassar a última grande barreira e a mineração dos fundos marinhos aparece como uma possibilidade para Portugal. Haverá realmente esta necessidade numa altura em que se tenta inverter a crise climática? Não teremos já à nossa disposição tecnologia que nos permite subsistir sem precisarmos de iniciar a atividade de extração de minérios raros dos fundos dos nossos mares? Qual é a sustentabilidade desta atividade? E estão os impactos nos fundos devidamente estudados e acautelados? Para fazer face a esta nova realidade, surgiu no final de 2017, a Oceano Livre, uma coligação anti-mineração que inclui algumas das mais reconhecidas ONG portuguesas.

Nesta sessão, incluída no Encontro Nacional de Justiça Climática, falaremos sobre onde estamos no que toca à mineração em mar profundo em Portugal, quais os riscos associados a esta atividade e pretendemos gerar uma discussão sobre a real necessidade de a iniciar, contrastando-a com os compromissos ambientais assumidos pela maior parte dos países desenvolvidos. 

Transportes Públicos para o Clima

12h30 – 13h30 ; Sala 6.2.4902A Transportes

Os transportes públicos coletivos são mais do que uma solução óbvia para os problemas da mobilidade: uma necessidade social. Incentivar os transportes públicos de qualidade para toda a gente alcança de uma vez mais direito à cidade, mais justiça social, criação de emprego e combate às alterações climáticas. Nesta sessão, promovida pela campanha Empregos para o Clima, teremos o cruzamento das visões da academia, trabalhadores e ativistas sobre este tema.

Pedro Nunes, especialista na área da mobilidade na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, vai explicar-nos como os transportes coletivos podem contribuir para reduzir as emissões das gases com efeito de estufa.

José Manuel Oliveira e Manuel Leal da Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (FECTRANS) vão falar-nos sobre as condições de trabalho e investimento no metropolitano de Lisboa e no setor ferroviário.

Ana Mourão, da campanha Empregos para o Clima irá moderar esta sessão. A campanha Empregos para o Clima reivindica a criação de 20 a 30 mil novos postos de trabalho no setor dos transportes para reduzir as emissões poluentes do setor.

MIC: o obstáculo mais insidioso à Justiça Climática

12h30 – 13h30 ; Sala 6.2.5002B MIC

Na procura de estar algumas jogadas à frente dos activistas climáticos (entre outras razões), as grandes multinacionais têm lutado pela implementação de acordos comerciais com cláusulas de protecção do investimentos que manietam os responsáveis políticos caso legislem no sentido de proteger o ambiente de forma que coloque em causa as suas expectativas de lucro (“expropriação indirecta”). No entanto, a mobilização das populações contra este tipo de acordos torna a sua implementação mais difícil. O Tribunal Multilateral de Investimento (cuja sigla inglesa é MIC) surge como uma forma de contornar a mobilização dos cidadãos e garantir um sistema de justiça paralela para as multinacionais sem ter de implementar os esquemas de protecção do investimento país a país.

Orador: Pascal Subra.

Imigração e Clima

15h00 – 16h00 ; Sala 6.2.49

Refugiados climáticos são imigrantes que abandonaram as suas casas e modo de vida devido a desastres ambientais associados às mudanças climáticas, como furações, secas prolongadas ou inundações. Nesta sessão vamos tentar perceber, na primeira pessoa, como a degradação do ambiente pode levar alguém a procurar o seu futuro longe de casa.

Exploração de combustíveis fósseis em Portugal – quais as alternativas?

15h00 – 16h00 ; Sala 6.2.50

Portugal tem que cortar em 64% as emissões de gases de efeito de estufa em 15 anos e isto não se conseguirá se começarmos a extrair petróleo e gás. Neste momento, existem 5 contratos ativos em Portugal. Na zona litoral alentejano, a Galp quer furar e na Batalha e Pombal, a Australis tem 2 contratos que lhe permite fazer fracking. No meio desta irresponsabilidade, a União Europeia quer construir um gasoduto de 162 km, para ligar Portugal e Espanha. Esse gasoduto passa no Alto Douro Vinhateiro e 30% será em floresta, o que levará à desflorestação dessa zona. Será feita uma faixa(se deixarmos) que, no geral, terá cerca de 20 metros de largura e 162km’s de comprimento. Cerca de 48km será em floresta. O gás é uma falsa solução e Quando se discute Justiça Climática, é imperativo falar-se de alternativas ao uso de combustíveis fósseis. Somos muitas vezes assaltados pelos argumentos dogmáticos de que apenas mantendo o nível atual de exploração de recursos iremos fazer face às exigências da crescente população humana, mas hoje sabemos que há alternativas! As energias renováveis são a resposta que procuramos quando falamos da busca por mais eficiência energética e por menores impactos no meio. Com maior ou menor inve03B Petroleo Alternativasstimento, são uma fiável e inesgotável fonte de energia que permitirá à Humanidade continuar a prosperar de forma mais consciente e responsável. Começar a fazer uma verdadeira aposta em fontes de energia renováveis é o que distinguirá no futuro os governos que estão seriamente empenhados em reverter a crise climática atual dos que continuam a evitar o assunto.

É urgente mudar o paradigma e, para isso, traremos a esta sessão oradores que estão ligados por várias vias à inovação e investigação nesta emergente e cada vez mais necessária área. Falaremos de Portugal, das oportunidades que o país apresenta, de exemplos bem-sucedidos e do que, enquanto cidadãos, podemos fazer para pressionar os governantes a seguirem o caminho correto.

Como lutar contra os combustíveis fósseis: Experiências internacionais04 Internacional

16h30 – 17h30 ; Anfiteatro 6.1.36

Neste sessão, vamos ouvir as experiências das lutas contra as infraestruturas de combustíveis fósseis no mundo, com convidad@s especiais do Brasil, do Reino Unido, e da Alemanha.

Convidad@s especiais

Lise (Reclaim the Power, Reino Unido)

Lise
Francesa residente no Reino Unido, está envolvida há três anos em campanhas contra fracking e é ativista do Reclaim the Power.

 

Laura (Ende Gelände, Alemanha)

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Laura é uma ativista pela justiça climática com experiência em desobediência civil contra mineração de linhite na Renânia, Alemanha. Está ativa desde há vários anos em diversas lutas tais como a ausgeCO2hlt and a Ende Gelände.

Juliano  (350.org Brasil)

 

Juliano Bueno de Araujo, 44 anos, ambientalista, Frackativist, Ativista anti-Fosseis, Agricultor orgânico, engenheiro mecatronico e ambiental, Teólogo, mestre em Gestão Ambiental e Energias Renováveis, Doutor em Projetos e Riscos Ambientais, PHD em clima e Riscos Climáticos . Fundador da COESUS Coalizão Não FRACKING Brasil pelo Clima Água e Vida e Coordenador de Campanhas da 350. Org Brasil e América Latina. No Brasil realizou audiências públicas e ações em mais de 400 cidades proibindo o Fracking nas mesmas, mobilizando milhares de pessoas e organizações.

Art Space (espaço livre artivista em paralelo)

Alinhavo e a Fashion Revolution unem-se no 3° Encontro para a Justiça Climática, para alertar sobre o impacto ambiental da Indústria Téxtil e do Vestuário. Num formato audiovisual, irão informar acerca deste impacto nos rios e lençóis freáticos, bem como o desperdício de água associado à indústria e lavagem de roupa, remetendo à necessidade urgente da prevenção e remediação. Um discurso conduzido por vários desafios espelhados a um público capaz de fazer a diferença.
Plasticus maritimus é o nome científico de uma espécie exótica e invasora que tem proliferado em todos os oceanos e praias do mundo. Caracteriza-se pela sua infinidade de formas, cores e dimensões e por representar uma grande ameaça para a fauna marinha e, por consequência, para o Homem.
Plasticus maritimus é também o nome de um projecto pessoal que, através de oficinas, palestras e exposições, visa informar e educar para as consequências da utilização e má gestão dos resíduos do plástico no dia a dia.
Os exemplares apresentados no 3ª Encontro Nacional pela Justiça Climática são apenas uma pequena amostra das capturas realizadas nas nossas praias. Optou-se pela sua apresentação em conjuntos de cores. Espera-se assim, que os visitantes tenham uma maior percepção de diversidade e quantidade de objetos que vão dar às nossas praias, esperando torná-los mais sensíveis às boas práticas que podem contribuir para minimizar o problema.