2019 pela Justiça Climática

by2020A crise climática anda já em cima de nós. A meta de 1.5 graus é uma questão de vida e de morte para milhões de pessoas. Atingi-la requer que os estados industrializados estejam numa via de redução antes de 2020.

Em vez disso, os estados estão a encorajar ainda a extração e o uso dos combustíveis fósseis. E este é apenas um dos desafios que enfrentamos.

Para a mudança acontecer, as nossas ações precisam de escalar em massa e de serem vistas como uma luta comum.

Para mudar tudo, precisamos de toda a gente.

Com este questionário, queremos ouvir as tuas ideias e prioridades.

https://framaforms.org/2019-pela-justica-climatica-1545982572

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Reunião introdutória Lisboa

Na próxima terça-feira, vamos dedicar algum tempo antes da nossa reunião semanal para novas pessoas. Vamos ter uma pequena introdução ao Climáximo e logo depois vamos continuar com a reunião (das 19h30 até às 21h30).

Se querias juntar-te à luta mas não sabias como e quando, um bom momento é agora! 😉

NB: Podes visitar o nosso blogue para teres uma noção sobre as nossas atividades e sobre a nossa linha política em relação à justiça climática (https://climaximo.wordpress.com/sobre/). Somos um grupo anti-capitalista, horizontal e aberta. Não temos “voluntariado”, porque somos tod@s voluntári@s. Não temos chefes, porque somos tod@s quem manda na Climáximo.

Dia 4 de dezembro, terça-feira, às 18h30

CIDAC – Rua Tomás Ribeiro 3, Picoas, Lisboa

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IV Encontros Internacionais Ecossocialistas

Documentação completa (vídeos, intervenções, resumos) aqui:

IV Encontros Internacionais Ecossocialistas – documentação


Nos dias 23-25 de novembro, centenas vão juntar-se nos IV Encontros Internacionais Ecossocialistas no Liceu Camões em Lisboa, em que vamos ter 20 sessões com mais de 60 oradores a oradoras, de mais de 18 nacionalidades e de 5 continentes.

O manifesto: Alerta vermelho, alerta verde: dar forma à transformação ecossocialista

Os eixos:

  • Eixo 1. Economia Política da Comida e Soberania Alimentar
  • Eixo 2. Desmantelando a falácia do Capitalismo Verde
  • Eixo 3. O Trabalho na Era das Alterações Climáticas
  • Eixo 4. Justiça Climática e Democracia Energética
  • Eixo 5. Ecofeminismos

Programa completo: http://alterecosoc.org/programme/

Inscrição: http://alterecosoc.org/registration/


COMUNICADO |Encontros Ecossocialistas em Novembro trazem a Portugal oradores de cinco continentes


As preparações

O processo preparatório é aberto para tod@s que gostariam de participar na organização dos encontros. Estamos a organizar reuniões de trabalho e outros eventos em que podes envolver-te.

Formação em Ativismo Climático – Porto


Apresentações

Sites com informação


27 de outubro |sábado

das 10h  às 18h

SPN – Sindicato dos Professores do Norte

Rua Dom Manuel II, 51-C 3° , 4050-345 Porto

Sabemos que as mudanças climáticas são uma das maiores ameaças do século XXI, com consequências profundas e transversais a várias áreas da sociedade.

Estas mudanças são criadas pelos chamados gases de efeito estufa, cujas emissões têm sofrido um acentuado aumento. O CO2 (dióxido de carbono) é um dos principais gases de efeito de estufa e é consequência direta do uso de combustíveis fósseis como o carvão, o petróleo e o gás.

É imprescindível limitar o aquecimento global resultante da atividade humana até 2ºC, temperatura máxima para que não atinjamos o “ponto de não retorno”.  Isso implicará deixar mais de 80% das reservas de combustíveis fósseis no subsolo.

Ao mantermos uma atitude inerte e apática perante esta questão, corremos o risco de sermos expostos a eventos climáticos extremos e imprevisíveis, as secas, a subida do nível do mar, a fome, os furacões, os fogos florestais descontrolados e claro os conflitos sociais e humanitários resultantes disto tudo.

Esta formação incluirá os principais componentes do problema do aquecimento global, nomeadamente a ciência, política climática e panorama mundial e nacional, e deixará espaço também para discussão sobre o que podemos fazer nesta luta.

“A resolução da crise climática é uma corrida contra-relógio. Nesta luta contra o caos climático, há uma coisa chamada ‘demasiado tarde’.” (May Boeve – 350.org)

Apresentações no 3º Encontro Nacional pela Justiça Climática

Aqui partilhamos algumas das apresentações do 3º Encontro Nacional pela Justiça Climática.

Podes encontrar os vídeos gravados e editados por Paulo Perreira aqui e abaixo.

Oásis ou Deserto? Incêndios, floresta e alterações climáticas em Portugal

Mineração nos fundos marinhos

Transportes Públicos para o Clima

MIC: o obstáculo mais insidioso à Justiça Climática

Imigração e Clima

Exploração de combustíveis fósseis em Portugal – quais as alternativas?

Como lutar contra os combustíveis fósseis: Experiências internacionais

  • Lise (Reclaim the Power, Reino Unido)
  • Laura (Ende Gelände, Alemanha)

Curso Intensivo em Ativismo Climático #2: Justiça Climática

Nesta sessão, discutimosjustice

  • os impactos das alterações climáticas
  • os responsáveis das alterações climáticas
  • injustiças sociais
  • a relação entre as injustiças sociais e injustiças climáticas

A apresentação da sessão está aqui.

Não sabemos como é que desapareceu o slide relacionado a este estudo norte-americano: Race Best Predicts Whether You Live Near Pollution.

Bónus! Mais um loopy, para explicares aos teus amigos como os impactos das alterações climáticas são ligados aos problemas sociais.

Para uma distribuição justa dos responsabilidades, usamos o Climate Equity Reference Calculator.

Um dos participantes partilhou este relatório português sobre os impactos da poluição.

Em cada sessão vamos propor um percurso para te envolveres no ativismo climático. Nesta sessão a proposta foi a reunião de preparação do 3º Encontro Nacional pela Justiça Climática no Sábado.

Plano Energético de Donald Trump: A ignorância como desígnio máximo

Traduzimos aqui o Plano Energético publicado pela nova Administração Trump, e que norteará a acção do governo dos Estados Unidos. A rejeição das alterações climáticas associada a um plano de resgate das indústrias petrolíferas é a principal motivação para a existência deste governo, que ameaça todo o planeta com as suas políticas catastróficas. Todo o documento revela uma irracionalidade extrema, prometendo a utilização das práticas mais selvagens como a fracturação hidráulica e a expansão da produção em terrenos públicos e por outro inventando conceitos como o “carvão limpo”. Derrubar Trump é, desde o primeiro dia do seu governo, uma necessidade para a espécie humana.

Documento Traduzido do site da Casa Branca.

América Primeiro – Plano Energético

A energia é uma parte essencial da vida americana e uma mercadoria da economia mundial. A Administração Trump está empenhada nas políticas energéticas que diminuem os custos para os trabalhadores americanos trabalhosos e maximizem o uso dos recursos americanos, libertando-nos da dependência no petróleo estrangeiro.

Por muito tempo, estivemos presos pelos regulamentos pesados na nossa indústria energética. O Presidente Trump está empenhado em eliminar políticas prejudiciais e desnecessárias como o Plano da Ação Climática (Climate Action Plan) e as normas de águas (Waters of the U.S.). Levantar estes restrições vai ajudar muito os trabalhadores americanos, aumentando os salários em mais de 30 mil milhões de dólares nos próximos 7 anos. Uma política energética sólida começa por reconhecer que temos vastas reservas domésticas da energia inexploradas aqui na América. A Administração Trump vai aderir à revolução de petróleo de xisto e gás de xisto para trazer empregos e prosperidade a milhões de Americanos. Temos que aproveitar os estimados 50 biliões de dólares em reservas inexploradas de petróleo e gás natural, especialmente as nos terrenos federais que o povo americano possui. Vamos usar os rendimentos da produção energética para reconstruir as nossas estradas, escolas, pontes e infraestrutura pública. A energia menos cara vai também dar um grande impulso à agricultura americana.

A Administração Trump está também empenhada nas tecnologias do carvão limpo e na revitalização da indústria do carvão da América, que está em sofrimento há por tempo demais. Além de ser bom para a nossa economia e de impulsionar a produção energética domestica é do interesse da segurança nacional da América.

O Presidente Trump está empenhado em alcançar independência energética dos cartéis da OPEC e de qualquer nação hostil aos nossos interesses. Ao mesmo tempo, vamos trabalhar com os nossos aliados no Golfo para desenvolver uma relação positiva de energia como parte da nossa estratégia contra terrorismo.

Finalmente, a nossa necessidade de energia tem que andar de mãos dadas com um cuidado responsável pelo ambiente. Proteger o ar limpo e a água limpa, conservar os nossos habitats naturais e preservar as nossas reservas e recursos naturais vai se manter uma alta prioridade. O Presidente Trump vai refocar a EPA (Agência de Proteção Ambiental) na sua missão essencial de proteger o nosso ar e água.

Um futuro brilhante depende nas políticas energéticas que estimulem a nossa economia, que garantem a nossa segurança e que protejam a nossa saúde. Com as políticas energéticas da Administração de Trump, esse futuro pode tornar-se uma realidade.”

trampa

Climáximo em Paris, COP-21 #1: Bottom-up imperialism

I learned about what I will call “bottom-up imperialism“. Simply put, it goes like this: In Copenhagen summit in 2009, the negotiations collapsed because the Global North evaded its historical responsibility. So they postponed a decision to keep warming below 2C. Then they invented “intended nationally determined contributions” (INDCs) for emission reductions and climate finance. It means, instead of defining the needed global cut and distributing it to countries based on equity (“top-down“), each country would announce their voluntary contribution until Paris.

The problem is that the current INDCs will lock us into a 3C warming, not compatible with a liveable planet.

Now the UN negotiators avoid talking about this gap (because that would be a top-down approach ^_^ ) and say “this is a beginning, we will make it better later on”. (meaning, I guess, worse storms and more extractivism will follow, this was just the beginning of destruction)* They will simply not correct the INDCs in Paris.

I find it very curious how a bottom-up approach is adopted to maintain ecological imperialism.

Sinan, December 8th

* Just to give you an idea: Turkey “committed” to doubling its emissions in 15 years. What a beginning!

zac assembly monday