Formação em Ativismo Climático – Porto

Formação em Ativismo Climático e Lançamento do Núcleo do Climáximo no Porto

Os governos de todo o mundo assinaram muitos papéis a dizer que vão resolver a crise climática. Esses mesmos governos continuam a autorizar novas infraestruturas de combustíveis fósseis. Assim sendo, ninguém vai resolver este assunto por nós. Somos nós aqueles de quem estávamos à espera. 🙂

Climáximo e Coletivo Clima estão a juntar forças para construir um movimento nacional pela justiça climática.

No dia 28 de abril, vamos fazer uma formação em ativismo climático no Porto e lançar uma série de ações.

28 de abril, Sábado
10h – 18h
Sindicato dos Professores do Norte (Rua Dom Manuel II, 51-C 3° , 4050-345 Porto)

Programa

10h00 Ciência Climática

11h00 Panorama Político do Clima

Almoço

14h00 Luta contra os Combustíveis Fósseis em Portugal

15h00 A campanha Empregos para o Clima

16h00 Próximos passos na luta

INSCRIÇÕES:

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Competição “Selfies Contra o Furo”

“Selfies contra o Furo” é uma competição de imagens a decorrer entre 14 de Abril e 14 de Maio de 2018.selfies

O objetivo desta iniciativa é chamar a atenção das pessoas para o furo de petróleo que as petrolíferas ENI e GALP se se preparam para fazer este verão ao largo da costa do Algarve (Aljezur), contra a vontade expressa das populações e autarquias locais, e com riscos muito graves para o ambiente.

Esta competição é uma de várias iniciativas cidadãs que estão em marcha para parar este furo. Participar é muito fácil!

Podes competir com qualquer imagem (foto, desenho, montagem) original, que inclua:

1) um elemento ou vários (pessoas, animais, plantas) que sejam o objeto da “selfie”;

2) a frase (fotografada ou impressa na imagem) #pararofuro .

Como bónus adicional, podes incluir também na tua foto um logotipo da GALP e/ou da ENI.

Qualquer destes elementos pode ser fotografado, desenhado ou adicionado à imagem. Esta competição pretende puxar pela tua imaginação: tira uma selfie num posto de combustível, desenha, faz uma caricatura, um relevo na areia, uma foto-montagem… procuramos imagens criativas, engraçadas ou ousadas!

Todas as imagens serão divulgadas no facebook, instagram, twitter e wordpress. Finda a competição, serão votadas as 4 selfies que se destacarem como:

1) a mais corajosa;

2) a mais bizarra;

3) a mais inspiradora;

4) a mais populada (com o maior número de pessoas na imagem).

Para competires basta publicares a selfie no teu facebook, twitter ou instagram, acompanhada da frase: “GALP e ENI parem de lixar o meu planeta! Vamos #pararofuro!”

As quatro imagens vencedoras serão anunciados num evento público.

Participa! Partilha a tua selfie, e junta-te à resistência contra este furo!

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*

Mais informações no site da campanha Parar o Furo.

Nova Campanha – Parar o Furo

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A matemática do clima é muito clara: a infraestrutura de combustíveis fósseis existente já chega para nos fazer ultrapassar o orçamento de carbono deste século e colocar-nos num caminho sem retorno para um aquecimento global acima dos 2ºC.

Apesar disto, o consórcio de petrolíferas ENI/GALP quer iniciar uma nova perfuração de hidrocarbonetos, desta vez ao largo da costa portuguesa.

Este evento inédito na história de Portugal foi autorizado pelo governo contra a vontade expressa das populações e autarcas locais, sem qualquer avaliação de impacto ambiental, e num momento em que a temperatura terrestre global sucessivamente atinge novos recordes, confirmando os piores cenários de alterações climáticas.

O furo que a ENI/GALP quer fazer é um teste à população portuguesa.

O que fizermos hoje ecoará com estrondo no futuro.

Se o evento passar despercebido, significará para o governo e as petrolíferas a conivência e luz verde para fazer avançar todas as 9 concessões que já existem para perfurar Portugal, desde o Porto até Aljezur.

Se pelo contrário a oposição popular for visível e inequívoca, iniciaremos uma disputa pública contra processo opaco e destrutivo de entrega a preço de saldos de licenças para extrair petróleo e gás no nosso território e no nosso mar.

Eis o plano:

Se e quando a ENI/GALP decidir avançar com a perfuração, iremos convocar ações de emergência por todo o país. Para parar o furo:

  • Organiza o teu grupo de afinidade e o teu plano de ação.
  • Para receber informações sobre as ações planeadas, subscreve ao newsletter no

http://www.pararofuro.pt .

 

Enterrar de vez o furo, tirar as petrolíferas do mar! – Wrap-up

Mais de 500 pessoas marcharam no dia 14 de abril, na manifestação “Enterrar de Vez o Furo“, convocada por mais de 30 organizações. Movimentos locais, coletivos, ONGs e partidos políticos juntaram-se neste protesto em que tivemos pessoas de todo o país.

(É Apenas Fumaça acompanhou em direto todo o percurso, falando com representantes de associações de defesa do ambiente, manifestantes e ativistas. http://apenasfumaca.pt/na-rua-enterrar-o-furo/ )

Porque precisamos de deixar de consumir combustíveis fósseis, de parar de investir numa indústria obsoleta que nos empurra a todos para o abismo, dizemos não. Porque precisamos de preservar o nosso litoral e o nosso interior, salvaguardar a sua biodiversidade da poluição catastrófica que significa o petróleo e o gás, dizemos não. Porque respeitamos as populações, actuais e futuras, dizemos não. Porque temos de travar as alterações climáticas e só o faremos se pararmos definitivamente de explorar e queimar hidrocarbonetos, dizemos não! Vamos enterrar de vez este furo, acabar com todos estes contratos e correr de vez para as energias limpas, rumo ao futuro.

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Marchamos, vindos do Norte e do Sul, do Algarve, do Alentejo, de Peniche, do Porto, da Batalha e de Pombal. Marchamos pelo futuro. Vamos enterrar de vez este furo.

Para travar as alterações climáticas, a única verdadeira solução é construirmos um movimento de base para reivindicar uma transição energética justa. (Mais informação, no site da campanha Empregos para o Clima)

Climáximo existe justamente para isto: organizar a luta pela justiça climática e construir uma mobilização sem precedentes.

Nenhum herói, nenhum político carismático, nenhum papel que os governos assinaram vai resolver este assunto para nós. Somos nós aqueles de quem estávamos à espera.

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No fim da manifestação, lançámos a nova campanha Parar o Furo. Se e quando a ENI/GALP decidir avançar com a perfuração em Aljezur, iremos convocar ações de emergência por todo o país. Vamos organizar assembleias abertas para preparar ações diretas contra o furo. Subscreve-te ao newsletter no http://www.pararofuro.pt

***

A manifestação na comunicação social:

Notícias antes da marcha:

 

 

Com que então queres ajudar a financiar os movimentos globais pela justiça climática?

Dá o teu donativo onde ele faça a diferença

Sabemos que de vez em quando te questionas sobre se / a quem dar um donativo. Por isso preparámos para ti uma versão portuguesa deste artigo, para te ajudar a decidir: So You Want to Donate to the Global Movements for Climate Justice?

Se estás a ler isto, é porque sobreviveste ao bombardeio anual de pedidos de ONGs como a Avaaz, a Greenpeace, a WWF, etc., que apanharam algures o teu e-mail e te contactam periodicamente em busca de donativos. Talvez já tenhas doado, ou talvez tenhas resistido, mas em qualquer caso provavelmente questionaste-te: será que o meu dinheiro faz alguma diferença? Que impacto terá ele no mundo?

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Acontece que muitas das mais sólidas ​​(e bem financiadas) ONGs não oferecem grandes resultados comparado com as doações que recebem. A perceção geral do papel da sociedade civil na mudança social tem-se alterado (pelo menos) ligeiramente, e é agora comum ouvir-se que são os grupos de base e comunidades locais que devem ser apoiados, em lugar das ONGs estabelecidas. Não só por ser essa a escolha certa moralmente, mas também por ser a melhor estratégia. Mas mesmo quando se usa termos como “grupos de base” ou “comunidades locais”, pela natureza fundamentalmente Euro- e Americo-cêntrica da internet e do movimento climático, acabam por ser sobretudo os grupos e comunidades no mundo desenvolvido a ser financiados. Isto tem como resultado, naturalmente, que o movimento climático reflita as preocupações, prioridades e estratégias não dos movimentos e defensores ambientais que estão na linha da frente do combate aos crimes ambientais – mas sim dos financiadores do Norte Global e da classe socioeconómica que representam. Como Cory Morningstar questiona: “Desde quando é que entidades poderosas vão investir em atividades que prejudiquem a sua capacidade de manter poder, privilégio e riqueza?”

No livro fundamental “O preço da ação climática” (The Price of Climate Action), Edouard Morena explora como um punhado de Fundações de orientação ideológica neoliberal ajudou a estabelecer e orientar o regime climático internacional e, em particular, o Acordo de Paris de 2015. Ao olhar para as origens da filantropia climática internacional e sua evolução nas últimas três décadas, o autor examina o papel das Fundações filantrópicas no debate climático internacional.

Esta é apenas mais uma forma de colonialismo, e aliás uma maneira de o capitalismo se perpetuar, oferecendo a aparência de mudança sem resolver os desequilíbrios fundamentais de poder que resultam em tamanha injustiça.

Esta crítica ao modelo das ONGs e a sua relação com as Fundações de elite poderia ser assunto para uma série de artigos. Mas a nossa intenção aqui não é entrar nessas águas turbulentas; mas sim oferecer-te a ti, car@ leitor(a), algumas sugestões sobre os grupos heróicos em redor do mundo que achamos serem dignos do teu donativo. Por isso traduzimos para ti esta lista de organizações (compilada no artigo original), a maioria delas no Sul Global, que estão a fazer um trabalho importante e deveriam ser mais apoiadas. Nem todas têm meios de pagamento massificados como o Paypal, mas para cada uma incluímos a informação de contacto.

África

Centro de Informação e Desenvolvimento Alternativo, África do Sul
(Alternative Information and Development Centre)
O projeto One Million Climate Jobs do Centro conduz pesquisas importantes sobre como alcançar uma Transição Justa, longe da economia de combustíveis fósseis.
Mais informações: http://aidc.org.za/programmes/million-climate-jobs-campaign/about/

Organização de Desenvolvimento Pastoralista da Terra Árida, Etiópia
(Arid Land Pastoralist Development Organization (ALPDO))
Estes grupos de pastores uniram-se numa ONG indígena formalmente reconhecida para dar resposta a problemas de segurança alimentar, constrangimentos e alterações climáticas no sul da Etiópia. Eles empreendem projetos de gestão de risco de desastres que têm um impacto significativo no trabalho autónomo para as comunidades pastoris locais de Nyangatom e Dassanach. O objetivo deles é desenvolver atividades integradas de desenvolvimento que gradualmente aliviem as limitações mais sérias ao desenvolvimento e tragam mudanças positivas à condição socioeconómica das comunidades pastoris e agro-pastoris.
Mais informações: http://www.alpado.org
Contato: Abreham Bengosa, abrahamb@alpado.org

Centro de ação para o desenvolvimento durável das autonomias Pygmées, Camarões
(Centre d’action pour le développement durable des autochtones Pygmées (CADDAP))
Uma organização indígena que trabalha sobre questões de florestas e direitos humanos, muitas vezes em coligação com outros grupos indígenas.
Contato: ongcaddap@yahoo.fr

Centro de Direitos Ambientais, África do Sul
(Centre for Environmental Rights)
Uma organização de advogados ativistas que ajudam comunidades e organizações da sociedade civil na África do Sul a concretizar o seu direito constitucional a um meio ambiente saudável, defendendo e litigando pela justiça ambiental.
Mais informações: https://cer.org.za/
Contato: https://cer.org.za/contact
Doações: https://cer.org.za/donate

Earthlife Africa, África do Sul
Um grupo de justiça ambiental que busca uma vida melhor para todas as pessoas sem explorar outras pessoas ou degradar o meio ambiente, incentivando e apoiando indivíduos, empresas e indústrias para reduzir a poluição, minimizar o desperdício e proteger os recursos naturais.
Mais informações: http://www.earthlife.org.za/
Contato: http://earthlife.org.za/contact/
Doações: https://www.givengain.com/cause/6357/campaigns/15676/

Adaptação Baseada em Ecossistemas para a Assembleia de Segurança Alimentar, Gâmbia
(Ecosystems Based Adaptation for Food Security Assembly)
O primeiro enquadramento abrangente pan-africano e plataforma de implementação é um espaço orientado para soluções e destinado a colmatar lacunas para garantir políticas adequadas para enfrentar os desafios-chave em África: alimentação, insegurança nutricional, pobreza, desemprego, alterações climáticas e degradação. O núcleo da Gâmbia foi lançado em 2016.
Mais informações: http://www.ebafosa.org
Contato: ebafosagambia@gmail.com
Doações:
Nome da Conta: EBAFOSA Gâmbia
Número da conta: 0010014905170101
IBAN: 008201001517010129
SWIFT: ECOCGMGM
Banco: ECOBANK Gambia Limited

GrassrootsAfrica, Gana
Esta é uma organização local de apoio com foco especial em direitos humanos, sociais, género, justiça económica e bem-estar. A organização tem uma visão pan-africanista e trabalha para melhorar a vida dos pobres e desfavorecidos em África, especialmente mulheres e crianças.
Mais informações: grassrootsafricagh.org
Contato: https://grassrootsafricagh.org/contact-us/
Doações: https://grassrootsafricagh.org/donate/

Rede de Informação Indígena, Quénia
(Indigenous Information Network)
O IIN trabalha em questões de direitos para grupos indígenas pastoris e habitantes de florestas no Quénia.
Mais informações: http://indigenous-info-kenya.net/
Contato: http://indigenous-info-kenya.net/contact-us-2/ | iin@indigenous-info-kenya.net

Comité de Coordenação dos Povos Indígenas da África
(Indigenous Peoples of Africa Co-ordinating Committee)
Esta rede representa 135 organizações de povos indígenas em 20 países africanos e visa promover os direitos humanos dos povos indígenas, a igualdade de género e a participação na conservação ambiental.
Mais informações: http://www.ipacc.org.za/en
Contato: ipacc@iafrica.com, hindououmar@gmail.com

Jeune Chrétien en Ação para o Desenvolvimento, Togo
(Jeune Chrétien en Action pour le Développement)
A JCAD dedica-se à prevenção e transformação de conflitos, a uma cultura de paz, à proteção de mulheres e crianças, a luta contra as ISTs, o VIH e a SIDA, e a iniciar programas de desenvolvimento comunitário.
Mais informações: http://jcad.e-monsite.com/
Contato: jcad_ycad@yahoo.fr
Doações:
Nome do banco: ECOBANK
Código Swift: ECOCTGTG
Código do banco: TG055
Número da conta: 7240141420092901
Endereço da agência bancária: Agence Adidogome, BP 3302; LOME TOGO

Oilwatch Africa
A Oilwatch é uma rede de resistência global que trabalha para impedir a expansão de atividades de carvão, petróleo e gás socialmente destrutivas e ambientalmente prejudiciais no mundo, promovendo a construção de um movimento local, nacional e internacionalmente com pessoas e comunidades afetadas e / ou resistindo às atividades de extração de combustíveis fósseis. .
Mais informações: http://oilwatchafrica.org/about-us/ Contato: kwadodzi@yahoo.fr

Aliança Pan-Africana de Justiça Climática
(Pan-African Climate Justice Alliance (PACJA))
PACJA é uma coligação continental de mais de 1000 organizações da sociedade civil e redes de diversas origens na África. Sua missão é desenvolver e promover o desenvolvimento a favor dos pobres e posições baseadas na equidade relevantes para África no diálogo internacional sobre alterações climáticas e processos relacionados.
Mais informações: http://www.pacja.org/index.php/about-us

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Centro Integrado Rural para o Empoderamento Comunitário, Libéria
(Rural Integrated Center for Community Empowerment (RICCE))
A RICCE é uma ONG de desenvolvimento que apoia o empoderamento das populações rurais que são desafiadas por desastres, conflitos e coerção para melhorar a sua subsistência através da promoção da segurança alimentar, geração de renda, paridade de género, gestão sustentável de recursos naturais e ambiente saudável em toda a Libéria.
Mais informações: https://www.ricceliberia.org/
Contato: ricce2004@gmail.com
Doações: https://www.globalgiving.org/donate/39014/rural-integrated-center-for-community-empowerment/

Salvar Lamu, Quênia
(Save Lamu)
A campanha luta contra um enorme projeto de carvão e mega-porto através de lobby e advocacia, formações, pesquisa e capacitação na comunidade.
Mais informações: http://www.savelamu.org/
Contato: http://www.savelamu.org/get-involved/contact/

Salve o nosso Deserto iMfolozi, África do Sul
(Save our iMfolozi Wilderness)
A rede-chave que combate o carvão de KwaZulu-Natal da África do Sul em combinação com atividades de conservação (especialmente de rinocerontes brancos) e defesa do clima é o grupo Save our iMfolozi Wilderness.
Mais informações: https://saveourwilderness.org/about/
Doações: https://saveourwilderness.org/action/donations/

Aliança Ambiental Comunitária do Sul de Durban, África do Sul
(South Durban Community Environmental Alliance)
Os principais ativistas anti-petróleo baseados na comunidade da África do Sul estão a travar lutas contra a refinação de petróleo da BP, Shell e Engen e perfuração offshore pela ExxonMobil.
Mais informações: http://sdcea.co.za/
Doações: http://sdcea.co.za/get-involved/

Associação de Desenvolvimento dos Povos do Sul do Omo (SOPDA), Etiópia
(South Omo Peoples’ Development Association (SOPDA))
A SOPDA é uma ONG que trabalha na zona sul da Omo da Etiópia desde 1991 em questões de segurança alimentar, educação, saúde, infraestrutura, conservação da biodiversidade e adaptação às alterações climáticas. Recentemente, a SOPDA também realizou conquistas significativas na conservação ambiental e gestão das alterações climática e diversificação de meios de subsistência para as mulheres pastoras.
Contato: Mamo Mala, jinkasopda@gmail.com | 0467750048/0916856451

Vaal Environmental Justice Alliance (VEJ), África do Sul
A aliança luta contra a maior fonte local de emissões de CO2 do mundo – a central de carvão / gás-para-petróleo da Sasol em Vaal, na África do Sul.
Mais informações: https://www.facebook.com/Vaal-Environmental-Justice-Alliance-VEJA-322703054542182/

Mulheres na mineração, África do Sul
(Women in Mining)
Esta rede africana de justiça climática ecofeminista luta contra o extrativismo em todos os lugares, desde as salas das COPs das Nações Unidas até às minas de carvão do continente.
Mais informações: http://womin.org.za/
Donativos: https://womin.org.za/womin_donate/

Fé Mundial Malauí, Malaui
(World Faith Malawi)
A missão da World Faith é acabar com a violência religiosa e lutar contra as injustiças climáticas. Eles fazem isso mobilizando grupos de jovens religiosamente diversos para abordar os principais projetos de desenvolvimento global, regional, nacional e comunitário, concentrando-se especificamente no empoderamento das mulheres, na justiça climática, na saúde pública e na educação infantil.
Mais informações: http://worldfaith.org/welcome-world-faith-malawi/
Donativos:
Endereço: PO Box 607, Lilongwe, Malawi
Nome da Conta: World Faith Malawi
Nome do Banco: ECO BANK
NUMBER da conta: 0080237002800101
Código Swift: ECOCMWMW

WorldView A Gâmbia, Gâmbia
A principal missão da Worldview é defender melhor proteção ambiental por meio de parcerias com comunidades, líderes e ilustradores de imagens em movimento, realizando pesquisas nas aldeias para avaliar as necessidades locais, promovendo fogões eficientes e organizando seminários de treino e formações sobre agrossilvicultura e plantação de árvores.
Mais informações: http://www.accessgambia.com/biz1/wif-worldview-international-foundation.html Contato: taalaso46@yahoo.com
Donativos:
Nome da conta: Worldview – The Gambia
Número da conta: 201–101594–110
IBAN: 005–201–101594–011090
SWIFT: GTBIGB2L
Banco: Guaranty Trust Bank Gâmbia, Kairaba Avenue, K.S.M.D. Gâmbia

Ásia

Movimento dos povos asiáticos sobre a dívida e o desenvolvimento
(Asian People’s Movement on Debt & Development)
O APMDD é uma aliança regional de movimentos populares, organizações comunitárias, coligações, ONGs e redes que acreditam na transformação social que é abrangente e inter-relacionada. Exigem a responsabilização e o cumprimento das responsabilidades e obrigações dos governos e instituições intergovernamentais e, portanto, procuram transformar as relações, estruturas e sistemas económicos e financeiros nacionais e internacionais.
Mais informações: http://www.apmdd.org/about
Contato: http://www.apmdd.org/contact

Campanha de Sobrevivência e Dignidade, Índia
(Campaign for Survival and Dignity)
Uma plataforma nacional de organizações de moradores de tribos e florestas em dez Estados que defendem a Lei dos Direitos da Floresta.
Mais informações: https://forestrightsact.com/about/
Contato: https://forestrightsact.com/contact-us/

Conversas sobre o clima, Singapura
(Climate Conversations)
Conversas sobre o clima é uma iniciativa que visa inspirar conversas significativas que levam as pessoas a cuidar do nosso ambiente e do nosso futuro. Mais informações: https://www.climateconversations.sg/
Doações: https://www.climateconversations.sg/donate

Centro de Recursos Costeiros, Índia
(Coastal Resource Centre)
O Centro, com sede em Chennai, visa fornecer apoio sustentado às comunidades costeiras para desafiar atividades destrutivas de desenvolvimento e combater o desenvolvimento insustentável, usando espaços democráticos para dissidentes e envolvimento proativo e, ao mesmo tempo, aumentar a resiliência dessas comunidades aos caprichos de um futuro incerto.
Mais informações: https://coastalresourcecentre.wordpress.com/about/
Contato: https://coastalresourcecentre.wordpress.com/contact-us/

Environics Trust, Índia
A Environics visa desenvolver soluções inovadoras e baseadas em evidências para os problemas de desenvolvimento comunitário, que respondem à diversidade e complexidade de ecossistemas e ambientes sociopoliticoculturais específicos .
Mais informações: http://environicsindia.in/category/activities/
Contato: http://environicsindia.in/contact-us/

Grupo de Apoio Ambiental, Índia
(Environmental Support Group)
O Grupo de Apoio ao Meio Ambiente trabalha com uma variedade de iniciativas de justiça ambiental e social na Índia e no mundo. Tratam de forma proativa as questões de justiça ambiental e social, colaborando entre setores e disciplinas, mantendo os interesses das comunidades locais afetadas pelo projeto e dos ecossistemas sem voz.
Mais informações: http://www.esgindia.org/about-us/index.html
Contato: http://www.esgindia.org/about-us/contact-us.html
Donativos: http://www.esgindia.org/about-us/what-you-can-do.html

Federação Nacional de Hawker, Índia
(National Hawker Federation)
A NHF é uma associação de vendedores de rua em 28 estados, com 1.188 sindicatos, incluindo 11 sindicatos centrais e mais de 20 sindicatos internacionais.
Mais informações: http://nationalhawkerfederation.com/
Contato: contact@nationalhawkerfederation.com

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Nirmanee Development Foundation, no Sri Lanka
(Nirmanee Development Foundation (NDF))
A missão da Nirmanie Development Foundation é contribuir para a sustentabilidade da sociedade, capacitando as pessoas a acreditarem na sua sabedoria e alternativas para a atual crise social e económica.
Mais informações: https://www.facebook.com/pg/Nirmaniefoundation/about/
Contato: nirmaneenimal@gmail.com

Movimento Filipinas pela Justiça Climática, Filipinas
(Philippines Movement for Climate Justice)
O PMCJ é uma ampla coligação nas Filipinas que trabalha com setores e comunidades vulneráveis para fazer campanha pela justiça climática.
Mais informações: https://www.facebook.com/ClimateJusticePH/
Contato: pmcj2012.sec@gmail.com

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Sociedade para Conservação da Biodiversidade do Pantanal, Nepal
Society for Wetland Biodiversity Conservation (SWBC)
Contato: swbc_rai@yahoo.com

Thanal, Índia
A Thanal é uma organização que trabalha para transformar o lado tóxico da agricultura em saudável através de empresas sociais que fornecem a milhares de consumidores o acesso a alimentos seguros e nutritivos, ao mesmo tempo que melhoram a qualidade de vida de centenas de agricultores. Eles têm uma campanha nacional Save our Rice e incentivaram milhares de agricultores em cinco estados a adotar práticas agrícolas ecológicas, conservar e cultivar variedades tradicionais de sementes de alta qualidade e garantir o fornecimento de arroz orgânico aos consumidores nesses estados. Thanal também administra um Centro de Resíduos Zero.
Mais informações: http://thanal.co.in/
Contato: admin@thanal.co.in

América Latina

Acción Ecológica, Equador
Grupo horizontal de ecologistas radicais desafiando o paradigma de desenvolvimento dominante e defendendo abordagens alternativas para responder a muitas questões da sociedade.
Mais informação: http://www.accionecologica.org/
Contato: informacion@accionecologica.org

Amazon Watch
Mais informações: http://amazonwatch.org/about
Contato: amazon@amazonwatch.org
Donativos: https://amazonwatch.org/donate

Asociación Indigena de Limoncocha, Equador
Contato: sucrecerda@gmail.com

Alter Vida, Paraguai
A Alter Vida trabalha para desenvolver e promover sistemas de gestão socioambiental com foco nos direitos humanos.
Mais informações: http://www.altervida.org.py/v4/
Contato: victorbenitez1@gmail.com | http://www.altervida.org.py/v4/#contacto

Censat Agua Viva, Colômbia
Mais informações: http://censat.org/
Contato: selvas@censat.org

Coletivo Viento Sur, Chile
Trata-se de um coletivo multidisciplinar, estruturado horizontalmente, que trabalha de forma holística em todo o Chile para ajudar na construção de uma sociedade sustentável e soberana.
Mais informações: http://www.colectivovientosur.org/
Contato: carolinalagos@hotmail.com, jobymolina@gmail.com

Fundaexpresión, Colômbia
Esta ONG promove o trabalho participativo de educação e investigação nas comunidades locais da Colômbia. Os seus objetivos são capacitar os grupos marginalizados para alcançar melhores condições de vida, organização social e conservação de seu patrimônio ambiental e cultural.
Mais informações: http://www.fundaexpresion.org/index.html
Contato: fundaexpresion@gmail.com

Grufides, Perú
Com sede na região de Cajamarca, no Peru, a Grufides trabalha em defesa dos direitos humanos e do meio ambiente, defendendo a economia solidária, práticas ecológicas sustentáveis, o direito à água, a equidade de gênero e o diálogo intergeracional.
Mais informações: http://www.grufides.org/paginas/sobre-grufides
Contato: http://www.grufides.org/contact

Campanha Internacional para Yasuní, Equador
(International Campaign for Yasuní)
Jovens guerreiros ecológicos que prometeram proteger o parque Yasuní, no Equador, da exploração de petróleo, defender a constituição e combater o patriarcado e o antropocentrismo.
Mais informações: http://sitio.yasunidos.org/en/
Contato: https://yasunidosinternational.wordpress.com/contact-us/ |
info@yasunidos.org
Donativos: https://yasunidosinternational.wordpress.com/support-us/donations/

Observatório de Conflitos Mineiros da América Latina (OCMAL)
Uma rede de vários grupos listados aqui, com foco em documentar conflitos de mineração na região.
Mais informações: https://www.ocmal.org/
Contato: https://www.ocmal.org/contactenos/

Observatório Petrolero Sur (OPSur), Argentina
Coordenadora latino-americana da rede Oilwatch, a OPSur trabalha em questões de energia, meio ambiente e direitos coletivos com uma abordagem holística. Defendem a transição para uma matriz energética alternativa sob uma estrutura de justiça ambiental e social e seguem três áreas de Territórios Livres do Petróleo, Soberania Energética e Justiça Ambiental.
Mais informações: http://www.opsur.org.ar/blog/english/
Contato: http://www.opsur.org.ar/blog/contacto/

Observatório Latino-americano de Conflitos Ambientais (OLCA), Chile
A OLCA aconselha comunidades em conflito, para melhorar suas capacidades de gestão e garantir seus direitos ambientais. Também monitoriza os conflitos ambientais, desenvolve ferramentas de gestão para eles e investiga e dissemina informações relacionadas com a proteção ambiental e os direitos dos cidadãos.
Mais informações: http://www.olca.cl/oca/index.htm
Contato: observatorio@olca.cl

Plataforma Boliviana frente al Cambio Climático, Bolívia
A Plataforma trabalha para desafiar o modelo de desenvolvimento predominante e produz pesquisas e materiais sobre economia verde, direitos dos povos indígenas e mineração, entre outras questões. Eles trabalham com comunidades em toda a Bolívia e também mantêm uma presença em espaços internacionais.
Mais informações: http://cambioclimatico.org.bo/
Contato: http://cambioclimatico.org.bo/website/index.php/content-layouts

TierrActiva, Bolívia / Colômbia / Perú
Esta rede regional emergente evoluiu de maneira diferente em cada país, mas está unida por uma visão central de “mudança de sistema, não mudança climática” e práticas de organização horizontal. O TierrActiva reúne jovens de diversas comunidades residentes na Bolívia, Colômbia e Peru:

Bolívia
Mais informações: http://www.tierractiva.org/klab/
Colômbia
Mais informações: https://www.facebook.com/tierraactivacolombia/
Peru
Mais informações: https://www.tierractiva.pe
Contato: tierractivaperu@gmail.com

*

Nós, que vivemos em Portugal e em outros países do Norte Global, temos uma grande oportunidade de ajudar os movimentos que realmente precisam isso. A transição energética global e a mitigação das alterações climáticas devem ser feitas de uma maneira justa. É importante capacitar aqueles que estão a lutar todos os dias nas lutas que eles não começaram.

Junta-te às organizações e aos coletivos existentes e faz parte da luta. Se não há nenhuma organização na tua cidade, forma uma. Fala connosco para saber mais.

*

Climáximo é um coletivo horizontal de ativismo climático. Temos reuniões abertas todas as semanas e muitas atividades para se envolver. Descubra mais no nosso site: climaximo.pt

Insanidade institucional: autorizar prospecção de petróleo em Portugal – João Camargo

Chegará em breve ao fim uma consulta pública inédita em Portugal: sabendo-se que há impactos na perfuração oceânica ultra-profunda à procura de petróleo e gás em Portugal, o Governo mandou perguntar aos cidadãos se é necessária uma avaliação de impacto ambiental. No dia 16 de Abril chega ao fim este período de mês e meio em que se pergunta os cidadãos se é para cumprir a lei, ou se o regabofe da passadeira vermelha estendido às petrolíferas é a única e insana política pública deste Governo.

É difícil acreditar que o Governo decida cumprir a lei e avalie o impacto ambiental de uma das indústrias mais poluidoras que alguma vez existiu, já que teve oportunidade para parar este furo inúmeras vezes, até com participações públicas multitudinárias de oposição ao furo. Ainda assim, vale a pena responder no site participa.pt ou anossavoz.pt.

É nosso dever, enquanto sociedade, agir contra a insanidade. Contra a insanidade económica, contra a insanidade política, contra a insanidade institucional. Explico-me. Poderíamos estar a falar de inconsciência, poderíamos estar a falar de desconhecimento, poderíamos estar a falar de corrupção. Mas não, do que falamos é de insanidade perante uma clareza científica sem paralelo: existem alterações climáticas, provocadas pela Humanidade, que estão a aquecer o planeta a uma velocidade inaudita desde que há civilização humana; a maneira como estamos a aquecer o planeta dramaticamente provém directamente da queima de petróleo, gás e carvão, que liberta dióxido de carbono e metano para a atmosfera.

Existem alguns mecanismos institucionais para tentar combater esta insanidade: o Acordo de Paris previa manter o aumento da temperatura abaixo dos 1,5º-2ºC até 2100. Tal como ocorreu com o Protocolo de Quioto, dificilmente os mecanismos do acordo servirão para garantir que a subida se detém nos 2ºC, porque deixam à opção de cada Estado cortar emissões como calhar, o que geralmente ocorre da maneira mais simples de todas: sob a pata das petrolíferas e das energéticas, os governos não cortam emissões.

Como os cientistas sabem fazer contas, temos um orçamento de carbono bastante mais credível que os orçamentos nacionais e comunitários usados para guiar o investimento, o desemprego, os cortes, as políticas públicas em geral. O orçamento de carbono diz-nos exactamente quanto de combustíveis fósseis podemos queimar até atingirmos um aumento de temperatura de 1,5ºC e 2ºC. Para mantermos o aumento da temperatura abaixo dos 2ºC, podemos emitir perto de 330 gigatoneladas de dióxido de carbono. Em termos de previsões, com o actual nível de emissões chegaremos ao aumento de 1,5ºC em 2022 e ao aumento de 2ºC em 2037.

Entre empresas e Estados, conhecem-se hoje reservas de petróleo, gás e carvão suficientes para emitir perto 2800 gigatoneladas de dióxido de carbono. Segundo a sanidade, 80% destas reservas não podem ser exploradas para conseguirmos manter a temperatura abaixo dos 2ºC. Estes 2ºC são identificados como “barreira” a partir da qual se desencadearão fenómenos climáticos irreversíveis, alterações climáticas descontroladas e catastróficas, o “runaway climate change”.

Quando o Governo de António Costa autoriza a prospecção e exploração petrolífera no mar do Algarve e do Alentejo, e em terra em Alcobaça, manda tudo isto às malvas. É que essas reservas, a existir, nem sequer são das que não podemos queimar, vão ainda além destas. É pensar além do inferno, além dos piores cenários. Mas esta insanidade tenta racionalizar: o primeiro-ministro disse-nos que o país será “carbono neutro” até 2050, mas quando se questiona como é que a exploração de petróleo e gás entraria na equação, a resposta é que se esse petróleo e gás for queimado noutro país (o que seria o mais provável, qualquer descoberta ser obviamente enviada para o comércio internacional, sem qualquer impacto económico local), as emissões contariam noutro lado. A insanidade é achar que se pode resolver a questão das alterações climáticas com os truques contabilísticos com que se manipulam orçamentos, défices e dívidas. As instituições existem principalmente para garantir a manutenção do status quo, mesmo que isso garanta o colapso da sociedade, o que é insano.

A História recorda-nos que votar com os pés, na rua, é sempre a maior força que movimentos sociais e populares têm para garantir justiça, para garantir democracia, para garantir futuro, para combater a insanidade. A manifestação “Enterrar de Vez o Furo, Tirar as Petrolíferas do Mar”, no dia 14 de Abril na Praça Camões, em Lisboa, é o próximo momento de manifestar publicamente e colectivamente a resolução de não permitir que o furo de petróleo em Aljezur ocorra, marcando desde já a certeza que não serão somente legalidades duvidosas, fraudes à participação, a resignação a factos consumados ou a insanidade institucional que determinarão o futuro da exploração de petróleo e gás em Portugal.

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Artigo originalmente publicado no Público a dia 11 de abril.

Convívio: a importância da Justiça Climática (FLUL)

Esta terça-feira, dia 10 de Abril de 2018, o Núcleo do Ambiente da FLUL vai dinamizar um convívio com o Climáximo e a Linha Vermelha para conversarmos sobre as alterações climáticas e a importância da justiça climática.

Estarão presentes dois convidados especiais para esta enriquecedora partilha de conhecimento e experiência: Sinan Eden, activista do Climáximo e João Costa, dinamizador da Campanha Linha Vermelha.

Este convívio de aprendizagem informal terá lugar no espaço junto à antiga livraria da FLUL, no corredor do Letras Bar/Cola (local sujeito a confirmação segunda-feira) entre as 16h30 e as 19h.

Durante esta sessão, serão abordados, entre outros, os seguintes tópicos:

  •  Ciência climática simplificada: qual o estado do planeta Terra? Porque se diz que estamos numa “crise ambiental”?
  • O Acordo de Paris (COP 21, 2015 : Compromisso internacional discutido entre 195 países com o objetivo de minimizar as consequências do aquecimento global): do papel à efetivação – O que está a falhar?
  • Capitalismo e monopólio industrial: um atentado à justiça social e ambiental
  • O que é a justiça climática?
  • Soluções e alternativas: lutar por um futuro verde, limpo e justo
  • Activismo climático: Movimentos de protesto em Portugal e no Mundo; como participar ativamente?

Tudo isto, enquanto TRICOTAMOS uma LINHA VERMELHA gigante para marcar o limite dos 2ºC de aquecimento global que não podemos ultrapassar. Não sabes tricotar? Mais uma coisa para aprendermos juntos! Podes sempre participar no convívio, quer queiras/saibas ou não tricotar!

Junta-te a nós! Contamos contigo 😊

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Climáximo ao Porto! :)

És do Norte de Portugal e andas à procura de uma organização horizontal que faça ativismo climático?

Já tens (pelo menos uma) solução.

O Climáximo está a planear dinamizar um grupo no Porto! 🙂

Se queres fazer parte deste processo,
– envia-nos um e-mail com o teu contato, e
– inscreve-te no autocarro para a manifestação “Enterrar de vez o furo
para conversarmos sobre as nossas ideias.

Até já!

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O Climáximo é um coletivo que se reúne semanalmente para organizar ações a vários níveis na luta pela justiça climática, tais como: luta contra a exploração de petróleo e gás, campanhas pelos transportes públicos e a campanha Empregos para o Clima.