Reunião aberta: Camp in Gás

Dia 3 de março, Domingo, 17h00, GAIA-Lisboa (Rua da Regueira 40, Alfama)

As preparações do Acampamento de Ação contra Gás Fóssil e pela Justiça Climática, Camp in Gás, estão a bombar! 🙂camp-in-gas_logo

Já temos o sítio e a data confirmados. Agora vamos com toda a força à logística e ao conteúdo.

Queremos preparar este acampamento coletivamente, em conjunto com toda a gente interessada em participar nesta luta. Com esta reunião de trabalho, estamos a abrir o processo preparatório do acampamento.

Aparece!

COMUNICADO: Climáximo denuncia a entrega da 500ª carga de gás natural liquefeito no Porto de Sines e anuncia acampamento contra gás e pela justiça climática

O Climáximo, coletivo pela justiça climática, denuncia a forma orgulhosa em que a Redes Energéticas Nacionais (REN) anunciou a entrega da 500ª carga de gás no Porto de Sines. Não existe nada a celebrar em mais um crime climático e é urgente mudar de caminho para uma transição energética justa.

sineslng

Num comunicado da REN foi divulgado que a 500ª carga de gás natural liquefeito (GNL) foi entregue ao Porto de Sines. Sines é a principal porta de entrada de GNL em Portugal, com entrada de GNL oriundo da Nigéria, Qatar, Estados Unidos da América e Argélia.

Climáximo, coletivo pela justiça climática, sublinha que não há nada a celebrar na entrada de mais e mais GNL no país. A verdadeira discussão neste momento devia ser um alerta da dependência energética de Portugal de combustíveis fósseis, o apoio do governo às técnicas extrativas destrutivas como fratura hidráulica nos EUA e a urgente necessidade duma transição energética justa para fontes renováveis e limpas.

Dos furos de prospeção de gás na Zona Centro, até ao gasoduto entre Guarda e Bragança, a aposta no gás fóssil desmente o discurso do governo sobre a descarbonização da economia. Contudo e felizmente, existe o movimento climático que defende um planeta justo e habitável.

O Climáximo anuncia o acampamento de ação contra gás fóssil e pela justiça climática, Camp in Gás, a ser realizado no verão de 2019, contra uma infraestrutura de gás fóssil.

Climáximo

Mais informações:

www.climaximo.pt

www.camp-in-gas.pt

Gás Convencional, Groeningen, Code Rood – Entrevista com Lenny

Gás Convencional, Groeningen, Code Rood – Entrevista com Lenny from Climaximo on Vimeo.

PT | Ativistas do Climáximo estiveram em Ostrava, República Checa, na reunião da rede Climate Justice Action. Entrevistámos o Lenny, do coletivo holandês de ativismo climático, Code Rood.

Code Rood tem lutado contra infraestruturas de gás em Holânda durante vários anos e recentemente conseguiram parar os projetos de extração. Extração convencional de gás on-shore (em terra) estive a causar terramotos e problemas de saúde pública na região.

Lenny convida-te ao Camp-in-Gas, acampamento de ação contra gás fóssil e pela justiça climática, a ser realizado em Portugal no verão de 2019.

Mais informação sobre Code Rood: code-rood.org
Mais informação sobre Camp-in-Gás: camp-in-gas.pt

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EN | Activists of Climáximo were in the Climate Justice Action meeting in Ostrava, Czech Republic. We interviewed Lenny from the Dutch climate action collective Code Rood.

Code Rood has been fighting against gas infrastructures in the Netherlands for years and recently their mobilizations managed to stop the extraction. Conventional onshore gas extraction has been causing earthquakes and public health issues in the region.

Lenny invites you to Camp-in-Gás, action camp against fossil gas and for climate justice, to take place in Portugal in Summer 2019.

More information on Code Rood: code-rood.org
More information on Camp-in-Gás: camp-in-gas.pt

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COMUNICADO: Os furos de gás em Batalha e Pombal desmentem promessas de descarbonização.

Gas Drilling Western Politics

Climáximo vem lembrar que já existe parecer negativo sobre o estudo de impacto ambiental para os furos de gás na zona centro: chama-se ciência climática.

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Depois de duas rondas de consulta pública, a Agência Portuguesa do Ambiente decidiu exigir que sejam realizados estudos de impacto ambiental para os furos de petróleo e gás em Batalha e Pombal. Apesar do parlamento ter aprovado uma recomendação o cancelamento destes contratos, a concessionária Australis Oil & Gas tem ainda a obrigação de fazer o primeiro furo de sondagem em 2019.

Contudo, a ciência climática existe e diz-nos que as infraestruturas já existentes de combustíveis fósseis são mais do que suficientes para nos empurrar para o abismo climático causado pelo aquecimento global. Isto significa que, para nos mantermos num planeta habitável, temos de encerrar infraestruturas de combustíveis fósseis em vez de ponderar sobre a possibilidade de abrir novas.

O Climáximo, coletivo pela justiça climática, alerta: um estudo de impacto ambiental é sem dúvida necessário; só que ele já existe, chama-se ciência climática, e foi adotado pelo Acordo de Paris com a meta de limitar o aquecimento global a 1.5ºC-2ºC até ao fim deste século.

O Climáximo denuncia a insistência das empresas petrolíferas e dos governos em destruir o planeta, e promete realizar ações para combater estas políticas, por isso convoca para a participação no acampamento de ação contra gás fóssil e pela justiça climática, Camp in Gás, a ser realizado no verão de 2019.

Climáximo

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Mais informações

www.climaximo.pt

www.camp-in-gas.pt

Reunião aberta: Camp in Gás

Dia 30 de janeiro, quarta-feira, 19h00, GAIA-Lisboa (Rua da Regueira 40, Alfama)

camp-in-gas_logoDepois da vitória contra o furo de petróleo de Aljezur, a próxima paragem serão as infraestruturas e novos projetos de gás fóssil. Juntamo-nos a outros grupos na preparação de um acampamento de ação contra gás fóssil e pela justiça climática.

O acampamento chama-se Camp in Gás. Podes encontrar mais informações sobre o acampamento e a problemática do gás em: www.camp-in-gas.pt

Queremos preparar este acampamento coletivamente, em conjunto com toda a gente interessada em participar nesta luta. Com esta reunião de trabalho, estamos a abrir o processo preparatório do acampamento.

Camp in gás: Acampamento de Ação contra o Gás Fóssil e pela Justiça Climática

Novo ano, novas frentes: Vamos parar o gás!

Depois da vitória contra o furo de petróleo de Aljezur, a próxima paragem serão as infraestruturas e novos projetos de gás fóssil. Juntamo-nos a outros grupos na preparação de um acampamento de ação contra gás fóssil e pela justiça climática.

O acampamento chama-se Camp in Gás. Podes encontrar mais informações sobre o acampamento e a problemática do gás em: www.camp-in-gas.pt

Queremos preparar este acampamento coletivamente, em conjunto com toda a gente interessada em participar nesta luta. Subscreve a newsletter aqui para receberes as novidades: http://camp-in-gas.pt/newsletter/

Novo ano, novos desafios: Vamos preparar a maior ação de desobediência civil pela justiça climática em Portugal!

A urgência climática é cada vez mais difícil de ignorar. Também é cada vez mais difícil de ignorar que os governos e líderes políticos não estão de todo interessados em resolver o problema. Já não nos resta mais tempo para esperar. Somos nós aqueles de quem temos estado à espera.

Até 2020 vamos fazer uma escalada da mobilização. Juntamo-nos à campanha By 2020 We Rise Up, com uma grande mobilização pelo clima em 2019, contra uma infraestrutura de gás, e um levantamento em massa em 2020 por uma transição energética rápida e justa.

Mais informações: https://by2020weriseup.net


Preparações

 

AÇÃO: Ativistas fizeram soar o “Climate Alarm” à frente da sede da petrolífera Australis contra os furos de gás na Zona Centro

Hoje, dia 8 de dezembro, enquanto a cimeira do clima COP-24 está a decorrer em Katowice, na Polonia, ações marcadas em mais de 160 cidades reuniram milhares de pessoas que exigiram uma verdadeira ação climática para limitar o aquecimento global por 2ºC.

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O dia de ação global foi denominado como “Climate Alarm” foi originalmente convocada em França e rapidamente multiplicou-se por 20 países em cinco continentes. Na convocatória, os organizadores sublinham que as metas estabelecidas pelo Acordo de Paris no COP21 não são acatadas por nenhum dos países aderentes e que os compromissos assumidos, mesmo que respeitados, não são suficientes. Aliás, a sua implementação levaria a um aquecimento global superior a 3°C.

Em Lisboa, o “Climate Alarm” escolheu a sede da empresa Australis Oil & Gas na Avenida de Liberdade, uma vez que a Australis Oil & Gas pertende fazer furos de gás fóssil em Aljubarrota e Bajouca no próximo ano.

Depois da vitória dos movimentos sociais contra o furo de petróleo em Aljezur, os ativistas apontam para a Zona Centro do país como a próxima paragem da luta por um Portugal livre de combustíveis fósseis.

Nesta acção foram colocadas linhas vermelhas a envolver uma torre de exploração de gás e colocado um gigante cravo vermelho no cimo da torre de gás, à frente da sede da Australis Oil & Gas. As linhas vermelhas representam o limite que não devemos ultrapassar para vivermos num planeta habitável. Os activistas lançaram também as preparações dum Acampamento de Ação contra o Gás Fóssil e pela Justiça Climática, a ter lugar no verão 2019. Mais informações sobre o acampamento podem ser encontrados no http://www.camp-in-gas.pt .