Filme e debate: O Plano (2018)

Dia 25 de janeiro, 21h00, Sirigaita (Rua dos Anjos 12F, Intendente, Lisboa)

Projeção de filme, com presença do realizador Steve Sprung.

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Sinopse: Há 40 anos, um grupo de engenheiros qualificados enfrentavam a crise, austeridade e ameaça de encerramento da fábrica onde trabalhavam. Responderam com um plano radical, desenhando vários produtos socialmente úteis, sustentáveis e pró-ambientais em alternativa ao armamento militar que a fábrica produzia. Este filme atreve-se a perguntar como poderia ser hoje em dia a nossa vida, se o Plano dos trabalhadores da Lucas não tivesse sido obstruído.

O filme “O Plano” conta a história da luta dos trabalhadores da Lucas que produziram um plano de transição e auto-gestão para a fábrica em que trabalhavam: um plano que visaria a alteração da produção de componentes de aviões para turbinas eólicas, questionando a forma em que o trabalho estava organizado e para que servia esta produção.logo_epc_azul-on-background

Hoje, com a crise climática, nós também precisamos dum plano nosso para uma transição energética justa. Depois do filme (versão curta de duração 30 minutos), vamos discutir que políticas seriam necessários em Portugal para evitarmos o caos climático.

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Debate: Trabalho e Clima. A mesma Luta!

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Debate, organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores de Call Center, Climáximo e a campanha Empregos para o Clima, aberto a todos e a todas. Entrada livre.


Dia 3 de novembro, Sábado, 16h00 – 18h00

BASE-FUT: Rua Maria 15, Lisboa 1170-208


Alguns pontos de partida para a conversa:

1. Preocupações climáticas: Ainda vamos a tempo agir!

2. Que desafios laborais teremos no futuro e qual a sua correlação com a sustentabilidade do planeta terra?

3. Que respostas podem dar os sindicatos,comissões de trabalhadores e outras organizações de trabalhadores/cidadãos perante as questões ambientais?

4. Quais os propósitos da Campanha Empregos para o Clima e o seu ponto de situação a nível nacional e internacional?

5. Que contributo posso eu dar individualmente ou colectivamente enquanto cidadão?

 

O PLANO: Filme e debate no Doclisboa

PLACARD

No próximo dia 27 de outubro (sábado) pelas 14h15 na Culturgest, o filme O PLANO (THE PLAN) de Steve Sprung será projetado no Doclisboa, seguido de um debate.

SINOPSE: Há 40 anos, um grupo de engenheiros qualificados enfrentavam a crise, austeridade e ameaça de encerramento da fábrica onde trabalhavam. Responderam com um plano radical, desenhando vários produtos socialmente úteis, sustentáveis e pró-ambientais em alternativa ao armamento militar que a fábrica produzia. Este filme atreve-se a perguntar como poderia ser hoje em dia a nossa vida, se o Plano dos trabalhadores da Lucas não tivesse sido travado.

Podemos ser inspirados pelos trabalhadores da Lucas, pela sua visão e imaginação. Por favor apoiem este filme, vejam-no, promovam-no e discutam-no. Se queremos transformar a sociedade, este seria um bom início.” Ken Loach, realizador e ativista

O filme tem duas partes, com um intervalo de 15 minutos. Mais informação e o trailer do filme estão disponíveis no site do Doclisboa: https://www.doclisboa.org/2018/filmes/the-plan/

Na história inteira de 150 anos do movimento sindical, a nossa causa tem sido a de melhorar as condições do trabalho. Mas houve alturas em que fomos mais longe, desafiámos a própria natureza e o objetivo do nosso trabalho. O Plano de Lucas foi criado numa altura destas. O plano promete a esperança de que a produção pode ser transformada para criar um mundo mais justo e mais verde.” Frances O’Grady, Secretária-Geral do Congresso dos Sindicatos (Trades Union Congress)

Depois do filme, haverá um painel de intervenções com os seguintes oradores:

  • Steve Sprung, realizador do filme
  • Phil Asquith, ex-trabalhador da fábrica Lucas
  • Ana Mourão, ativista do Climáximo
  • José Pacheco Pereira, historiador e comentador político
  • Sofia Vaz, engenheira ambiental

Esperamos ver-vos nesta sessão.

Quem manda nesta democracia?

Em Bruxelas, um bairro de poucos quilómetros quadrados acomoda as instituições centrais da União Europeia (UE) — este bairro é também a capital europeia de lobbies. Em Bruxelas, lobbying — atividades para moldar decisões políticas de acordo com interesses privados — é já, e por si só, uma indústria milionária. … Hoje, estima-se que mais de 25.000 “lobistas” trabalhem em Bruxelas, a grande parte em favor das grandes multinacionais e associações empresariais. E esta é um actividade rentável, mexendo pelo menos com 1.5 mil milhões de euros por ano. (Para ler o resto da crónica da Margarida Silva da Corporate Europe Observatory na P3: Bruxelas, a capital europeia dos “lobbies”)eu

Nos dia 7-9 de Dezembro de 2017, o Climáximo co-organizou uma série de eventos com a Corporate Europe Observatory (CEO) e a Plataforma Não aos Tratados TTIP / CETA / TISA.

Na conversa “Quem manda nesta democracia?” no dia 7, falaram Lora Verheeke e Margarida Silva, ambas do CEO, expondo a maneira como a União Europeia (UE) funciona desde Bruxelas. Conversou-se sobre a maneira como o TTIP e CETA estão a ser negociados, a influência das grandes empresas e organizações de lobby na produção de legislação na UE, a falta de transparência dentro das instituições europeias e as portas giratórias que representantes das instituições europeias cruzam entre os cargos públicos e as grande empresas privadas. (Ouve aqui o episódio de É Apenas Fumaça, em que conversaram com a Lora, a Margarida e também com o João Vasco: Na Rua – Quem manda nesta democracia?) (Para ler o relato do dia: Debate “Quem manda nesta Democracia”)

No dia 9 de Dezembro, teve lugar a formação participativa sobre como investigar os lóbis das grandes empresas multinacionais, e o tipo de relações que estabelecem com os atores políticos. Foram apresentadas excelentes ferramentas de pesquisa, as quais permitem identificar conflitos de interesse e outras informações potencialmente relevantes para qualquer associação ou movimento que defronte estes poderosos interesses privados. (O relato do dia com as notas da formação, aqui.)

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Quem Manda Nesta Democracia?

Aqui podes encontrar o resumo destes eventos.

Sessão pública: Quem manda nesta democracia? Empresas? Governo? Ambos? Ou são a mesma coisa?

7 de dezembro (quinta-feira), 21h, Mob (Rua dos Anjos 12F, Lisboa)

Quais são as razões pela captura do poder político pelo poder económico, e como é que isto leva ao mau funcionamento das instituições políticas? Desde das portas giratórias e o conflitos de interesse dos representantes políticos, ao poder excessivo das grandes empresas ao nível europeu, descobre qual é o impacto do lobbying sobre a democracia e o que podemos fazer em Portugal e na Europa.

Com a participação da Corporate Europe Observatory:

  • Lora Verheeke, especialista nos acordos de comércio livre
  • Margarida Silva, especialista em lóbis e transparência

Formação participativa: Como investigar a captura do poder político

9 de dezembro (sábado), 11h00-17h00, Mob (Rua dos Anjos 12F, Lisboa)

Como investigar os lóbis das empresas e o impacto que têm sobre a política na União Europeia? Formação prática de ferramentas simples de investigação.

A participação na formação é sujeita a inscrição online prévia e os lugares são limitados. Depois desta inscrição inicial, vamos contactar-te para confirmar. (inscrições fechadas)

O petróleo dá trabalho? Debate

No debate acerca da exploração de gás e petróleo em Portugal tem-se utilizado com frequência o argumento de que uma eventual exploração petrolífera onshore e offshore seria benéfica em termos de criação de empresa. Mas será mesmo assim? Como se joga o balanço entre o emprego criado e o emprego destruído com a indústria petrolífera. Que qualidade de trabalho seria criada? Por quantos empregos é que a indústria petrolífera é hoje responsável em Portugal?

No dia 29 de outubro, os Precários Inflexíveis organizaram um debate acerca da exploração de combustíveis fósseis e a criação de emprego, enquadrado na Quinzena de Acção – Jogam com as Nossas Vidas.

Com Luis Fazendeiro, do Climáximo e João Camargo dos Precários Inflexíveis.

Apresentação “O petróleo dá trabalho?” do Luis Fazendeiro, está disponível aqui.

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