Transição Justa para uma Economia Verde – O Futuro do Trabalho em Sines

No Sábado, dia 27 de janeiro, estivemos na conferência “Transição Justa para uma Economia Verde” organizada pelo Alentejo Litoral pelo Ambiente, em que foram discutidos

  • porque os sindicatos se devem interessar pelas questões do ambiente e do clima? com a intervenção do AMÉRICO MONTEIRO (responsável do Departamento para o Desenvolvimento Sustentável da CGTP-IN);
  • encerramento da Central Termoelétrica a carvão – perspetivas e soluções, com a intervenção do FÉLIX COSTA (Sindicalista do central de Sines); e
  • a Campanha Empregos para o Clima, com a apresentação do JOÃO CAMARGO (Ativista do Climáximo e investigador em alterações climáticas).
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Curso Intensivo #4: Democracia Energética e Transição Justa

Nesta sessão do Curso Intensivo em Ativismo Climático, discutimos sobre

  • democracia
  • transição justa
  • propostas políticas para uma transição energética
  • democracia energética
  • a campanha Empregos para o Clima

Os vídeos que mostramos no início da sessão foram:

Os modelos climáticos compatíveis com um planeta habitável, produzidos no Climate Equity Reference Calculator, são:

Mundo – emissões devem ser reduzidas por 43% até 2030 (cenário 2ºC)
Portugal deve reduzir as suas emissões por 50-60% até 2030 (cenário 2ºC)
Portugal deve reduzir as suas emissões 60-70% até 2030 (cenário 1.5ºC)

Sobre a urgência de ação e como isto pode ser empoderador:

Finalmente mostramos este vídeo da rede Trade Unions for Energy Democracy:

Os livretes da campanha Empregos para o Clima são disponíveis online no site da campanha http://www.empregos-clima.pt .

 

Lançamento do relatório: “Empregos para o Clima” em Portugal

A Campanha internacional “Empregos para o Clima” existe em Portugal desde 2015 e conta com o apoio de várias organizações cívicas, sindicais e ambientais.

Ao longo do último ano a campanha contou com a colaboração de vários académicos e ativistas para elaborar um relatório sobre os empregos necessários para a transição energética em Portugal.

Que empregos? Em que setores? Com que custos? Que transição? A publicação foca-se nestas e outras questões, avançando a estimativa global de 100 000 novos empregos para reduzir as emissões poluentes de Portugal em 60-70%, em 15 anos.

O lançamento do relatório “Empregos para o Clima” terá lugar no dia 19 de outubro (quinta-feira) pelas 19h no auditório do CES- Lisboa (Picoas Plaza), e contará com a presença de:

Manuel Carvalho da Silva – CES-Lisboa (comentador)
Ana Delicado – Instituto de Ciências Sociais, UL (oradora)
Américo Monteiro – CGTP-IN (orador)
Ana Mourão – Climáximo (moderadora)

VÍDEO: Empregos para o Clima: porquê com impacto direto na redução de emissões?

A Campanha Empregos para o Clima exige novos postos de trabalho no sector público e em áreas com impacto direto na redução de emissões de gases com efeito de estufa. E porquê com impacto direto na redução de emissões? Não existem já os empregos verdes?

A campanha Empregos para o Clima exige uma política ativa de criação de emprego digno em áreas de combate às alterações climáticas. Em Portugal, a campanha prevê, neste momento, a criação de 100 mil empregos.

Este é o terceiro de quatro vídeos que pretendem explicar os princípios que caracterizam esta Campanha: têm de ser postos de trabalho novos, no sector público, em áreas com impacto direto na redução de emissões de gases com efeito de estufa e que integrem prioritariamente quem trabalha hoje na indústria dos combustíveis fósseis.

Ver o primeiro vídeo sobre porque têm de ser novos postos de trabalho aqui.

Ver o segundo vídeo sobre porque têm de ser postos de trabalho no sector público aqui.

Organizações envolvidas:

Climáximo
Precários Inflexíveis
Coletivo Clima
GAIA
CGTP
Peniche Livre de Petróleo
Sindicado dos Professores de Grande Lisboa
Sindicato dos Professores do Norte

Para mais informação: empregos-clima.pt

VÍDEO: Empregos para o Clima: E porquê no sector público? Porque é que tem de ser contribuinte português a pagar?

A Campanha Empregos para o Clima exige novos postos de trabalho no sector público. E porquê no sector público? Porque é que tem de ser contribuinte português a pagar?

A campanha Empregos para o Clima exige uma política ativa de criação de emprego digno em áreas de combate às alterações climáticas. Em Portugal, a campanha prevê, neste momento, a criação de 100 mil empregos.

Este é o segundo de quatro vídeos que pretendem explicar os princípios que caracterizam esta Campanha: têm de ser postos de trabalho novos, no sector público, em áreas com impacto direto na redução de emissões de gases com efeito de estufa e que integrem prioritariamente quem trabalha hoje na indústria dos combustíveis fósseis.

Ver o primeiro vídeo sobre porque têm de ser novos postos de trabalho aqui: vimeo.com/212229305

Organizações envolvidas:

Climáximo

Precários Inflexíveis

Coletivo Clima

GAIA

CGTP

Peniche Livre de Petróleo

Sindicado dos Professores de Grande Lisboa

Sindicato dos Professores do Norte

Para mais informação:

empregos-clima.pt

Vídeo: Os Empregos para o Clima têm de ser novos postos de trabalho. Porquê?

A campanha Empregos para o Clima exige uma política ativa de criação de emprego digno em áreas de combate às alterações climáticas. Em Portugal, a campanha prevê, neste momento, a criação de 100 mil empregos.

Este será o primeiro de quatro vídeos que pretendem explicar os princípios que caracterizam esta Campanha: têm de ser postos de trabalho novos, no sector público, em áreas com impacto direto na redução de emissões de gases com efeito de estufa e que integrem prioritariamente quem trabalha hoje na indústria dos combustíveis fósseis.

Organizações envolvidas:
Climáximo
Precários Inflexíveis
Coletivo Clima
GAIA
CGTP-IN
Sindicatos dos Professores do Norte
Para mais informação:
empregos-clima.pt

2º Encontro Nacional pela Justiça Climática – programa detalhado

programa-final

 

10h30 – 12h00 Alterações Climáticas, Desigualdades e Justiça Social

climate-emergencyA Ciência das Alterações Climáticas evoluiu nos últimos anos de forma muito acelerada. O aquecimento do planeta devido à explosão das emissões de gases com efeito de estufa de origem humana é hoje o maior consenso da História da Ciência. Mas como surgiu esta enorme desregulação do sistema climático e da biosfera? E o que vai acontecer a Portugal daqui a 50 e daqui a 100 anos? Uma abordagem que começa pela Ciência do Clima mas que avança até aos gigantescos impactos sociais e políticos do Antropoceno.

  • João Camargo (investigador em alterações climáticas e ativista do Climáximo)
  • Ana Mourão (ativista do Climáximo)
  • Moderadora: Paula Sequeiros (Coletivo Clima)

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10h30 – 12h00 Gás natural: energia de transição?
Why gas stinks and is not the answer to an energy transition

midcatO gás natural é desde há muito considerado um combustível de transição para uma economia de baixo carbono. Nos seus relatórios oficiais, o governo português considera também que o gás natural é uma fonte de energia mais limpa.

Qual é a origem desta preferência pelo gás? O que significam para a transição energética os “Projetos de Interesse Comum” (Projects of Common Interest) e a “União da Energia” (Energy Union)?

Para além de debatermos estes assuntos, iremos ainda falar sobre a luta contra o projecto Midcat, o mega-gasoduto que ligará a Argélia à França, atravessando a Península Ibérica.

  • amigos-de-la-tierra

    Hector Pistache (Amigos da Terra Espanha, responsável da campanha Clima e Energia)

  • Mari Ver (ativista do Stop Midcat)

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12h30 – 13h30 Portugal 100% Renovável

fontes-de-energia1-696x355Portugal em tido nos últimos anos um aumento consistente da energia renovável na produção de energia elétrica. Nesta sessão propomos debater os desafios que Portugal enfrenta para dar o salto para 100% de energia renovável no setor elétrico antes de 2050. Neste cenário, queremos o papel que as cooperativas de energia podem ter na promoção da produção descentralizada e auto-consumo.

  • Transição para 100% RES, Ana Rita Antunes, ZERO (www.zero.ong)
  • Cooperativas de energias renováveis. O exemplo da Coopérnico. António Eloy, Coopérnico (www.coopernico.org)

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12h30 – 13h30 Petróleo e Gás em Portugal: a luta dos cidadãos

salvar1Em Portugal atribuíram-se entre 2007 e 2015 quinze concessões de prospeção e exploração de petróleo e gás, em terra e no mar. A resistência cidadã à exploração de combustíveis fósseis revelou-se desde então como a maior luta ambiental em Portugal desde o combate ao nuclear em Ferrel. Vamos partilhar as experiências do Algarve, do Alentejo e da zona Oeste (com a Plataforma Algarve Livre de Petróleo, com o Alentejo Litoral pelo Ambiente e com o Peniche Livre de Petróleo).

  • Inês Ferro (PALP – Plataforma Algarve Livre de Petróleo)
  • Eugénia Santa Barbara (ALA – Alentejo Litoral pelo Ambiente)
  • Ricardo Vicente (Peniche Livre de Petróleo)

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15h00 – 16h00 100 mil Empregos para o Clima

Podemos criar 100.000 novos empregos em Portugal e cortar as emissões de gases de efeito de estufa entre 60 e 70% em 15 anos. Estas são as estimativas preliminares de um estudo em curso no âmbito da campanha Empregos para o Clima em Portugal, que avalia como levar a cabo a transição nacional para uma economia de baixo carbono, através da criação de emprego público em setores-chave. Nesta sessão, com intervenções pela CGTP-IN, os Precários Inflexíveis e um dos coordenadores do estudo em curso, será abordado em detalhe o grave problema da precariedade em Portugal, e a sua articulação com a campanha Empregos para o Clima.logo_epc_azul-on-background

Oradores:

  • Ana Pires (CGTP-IN)
  • Carla Prino (Precários Inflexíveis)
  • Sinan Eden (Empregos para o Clima)
  • Moderador: Rafael Tormenta (SPN)

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15h00 – 16h00 Tratados de Comércio Livre e o Clima

Pelo seu enorme impacto em importantes áreas da nossa vida social e económica, o tratado CETA entre o Canadá e a UE deveria ter sido objeto de um profundo escrutínio por parte de todos os sectores da sociedade civil. Lamentavelmente nada disso aconteceu entre nós.ttip-ceta

Recentemente aprovado no Parlamento Europeu, o tratado vai baixar aos parlamentos nacionais para uma ratificação definitiva, onde os deputados decidirão se ficam do lado dos cidadãos ou das grandes corporações, as grandes beneficiárias do acordo.

Neste sessão vamos ter um ponto da situação sobre o CETA e sobre as negociações de livre comércio.

  • José Oliveira (Plataforma Não aos Tratados Transatlânticos)
  • Margarida Silva (Corporate Europe Observatory)

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16h30 – 17h30 Desobediência Civil pela Justiça Climática: Experiências internacionais
  • Mari Ver (ativista de Ende Gelände)
  • Juan Ignacio Garnacho (ativista da Greenpeace-Espanha)
  • Sarah Reader (activista do Climate Justice Now)gelande
  • Margarida Silva (activista do Corporate Europe Observatory)
  • Moderação: Rui Gil da Costa (Colectivo Clima)

Quando alcançamos um ponto de viragem nas alterações climáticas de causa humana, ativistas de todo o mundo põe a vida em risco para travar projetos destruidores. Nesta sessão ouviremos as histórias de ativistas que participaram em ações de desobediência civil contra os acordos de comércio livre, contra minas de carvão, projetos de extração de petróleo ou contra a industria da guerra.
A nossa pergunta: “O que te levou a dizer ‘basta!’? O que te fez decidir confrontar diretamente as ações criminosas da indústria e dos seus representantes?”
Aguardamos com curiosidade as suas respostas.

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17h30 – 18h00 Conferência Final: conclusões do encontro

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Bancas
Tecer Linha Vermelhatecer-linha-vermelha

“A “Linha Vermelha” é uma campanha nacional desenvolvida pela Academia Cidadã e pelo Climáximo para gerar alerta e informação sobre a exploração petrolífera e de gás nas costas portuguesas. Corremos o risco de ver destruídos para sempre os nossos ecossistemas marítimos e terrestres, além de sérios problemas para a nossa saúde, da nossa família, e dos milhares de turistas que todos os anos nos visitam.  

Vamos pedir à nossa população que se junte a nós para tecer ou tricotar a maior linha vermelha do mundo!  Vamos bater o recorde do Guiness de 52 quilómetros e mostrar aos nossos governantes que não queremos as nossas praias destruídas!

A campanha irá decorrer durante este ano de 2017 e estamos neste momento a criar grupos de tricot por todo o país. Queremos juntar famílias, idosos, artistas, pessoal do DYI, hipsters, surfistas, crianças, cães e gatos. Queremos gente do norte, do centro, do interior e das ilhas.

A Campanha pelas Sementes Livressementeslivres

A Campanha pelas Sementes Livres, apoiada por uma rede de organizações e colectivos da sociedade civil em Portugal, insere-se num movimento global que defende a soberania alimentar, as práticas agro-ecológicas, e a manutenção dos recursos vitais para a nossa alimentação no domínio público. Os seus defensores opõem-se às patentes sobre sementes e alimentos que encarecem e empobrecem a nossa comida, às sementes geneticamente modificadas que contaminam os nossos campos, e às leis e acordos internacionais injustos e imorais que entregam o controlo da nossa cadeia alimentar a uma dúzia de corporações e governos mais poderosos. Apelam a que se volte a guardar e a partilhar as sementes dos nossos campos.
página web: https://gaia.org.pt/campanha-pelas-sementes-livres/
movimento global: http://www.seedfreedom.info

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Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1019667388135156/

encontro

2º Encontro Nacional pela Justiça Climática

encontro
No momento em que sob as costas litorais de Portugal pende uma ameaça concreta de prospecção de petróleo, no momento em que Donald Trump tenta apagar as alterações climáticas da agenda internacional para relançar as petrolíferas em conjunto com Putin, reunimo-nos para discutir e preparar o combate às alterações climáticas e pela justiça social – combate à prospecção e exploração de combustíveis fósseis em Portugal; projectos de gás natural no país; empregos climáticos e transição energética; experiências internacionais de vários activistas desse mundo fora, juntos em Lisboa para reafirmar a justiça climática como objectivo essencial do nosso tempo. Esperamos por ti!

Relato do dia

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Programa detalhado, com as descrições das sessões

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100 mil Empregos para o Clima

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É possível!

A campanha Empregos para o Clima defende a criação massiva de novos postos de trabalho no setor público em setores-chave para reduzir as emissões de gases de efeito de estufa. Achamos que a luta pela justiça social e o combate às alterações climáticas estão interligadas, por isso a nossa proposta responde ao mesmo tempo ao aquecimento global, ao desemprego e à precariedade.

Nos últimos meses estivemos envolvido num estudo, para definir os esboços das reivindicações da campanha. As nossas estimativas preliminares estão prontas: Empregos decentes e estáveis em energias renováveis, transportes públicos, eficiência energética, agricultura e florestação podem transformar o país inteiro e podem colocar-nos num caminho sustentável.

Estimamos que 100 mil novos postos de trabalho podem cortar as emissões de gases de efeito de estufam em 60-70% num período de 15 anos.

Na verdade, as nossas estimativas são que podemos (e devemos) garantir emprego e requalificação para todos os trabalhadores nos setores poluentes, e depois disto podemos ainda ter mais 100 mil novos empregos!

A nossa pesquisa e investigação, com colaboração de vários activistas e também com especialistas, está a continuar. Brevemente vamos divulgar os resultados detalhados num novo livrete.

A campanha neste momento tem apoio do Climáximo, Coletivo Clima, CGTP-IN, GAIA e Precários Inflexíveis, e convidamos todas as organizações e indivíduos a participar nesta luta por um mundo melhor.

Mais sobre a campanha: http://www.empregos-clima.pt/
Como participar: http://www.empregos-clima.pt/#index-head-services2
O livrete da campanha: http://www.empregos-clima.pt/livrete-da-campanha-em-portugal/

Quinzena da Ação “Jogam com as nossas vidas” – Relato Final

Entre 24 de outubro e 6 de novembro, 17 iniciativas em 8 cidades portuguesas trouxeram à agenda pública as várias lutas pela justiça social e climática, numa quinzena da ação convocada pela campanha Empregos para o Clima.

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Nestas duas semanas, tivemos a incrível oportunidade de demonstrar as nossas diversas formas de ação. Mais de 10 organizações (sindicatos, ONGs, iniciativas cidadãs, movimentos de base) juntaram-se à chamada e prepararam as ações que melhor resultariam nos seus contextos: ações de sensibilização; exposições; ações diretas; bancas; formações; debates; flash-mobs; protestos; oficinas; projeções de filmes; etc.

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Este momento foi igualmente importante para acentuar o sistema socioeconómico que explora, simultaneamente, a natureza e os trabalhadores. A Quinzena ajudou-nos a unir as nossas vozes contra o capitalismo, sublinhando as suas diferentes faces. Alguns dos tópicos trazidos à discussão foram transportes públicos, exploração de petróleo e gás, tratados de comércio livre, transição justa, centrais de carvão, alterações climáticas, movimentos sociais, práticas sustentáveis e empregos dignos na transição energética.

E agora?

Os primeiros passos dos Empregos para o Clima foram dados há um ano atrás. A campanha foi posteriormente lançada, com apoio de 4 organizações, nas marchas do 1º maio, tendo sido esta quinzena de ação mais um marco assinalável da campanha. Contudo, o desafio é enorme! Como sugerido no título do livro da Naomi Klein, temos que “mudar tudo” para ganhar a luta pela justiça climática e, citando também a autora, “para mudar tudo, precisamos de todxs!”.img_20161029_222646-600x450

Então, o nosso próximo passo tem que ser mais forte e mais abrangente.

Vamos agora chegar a mais pessoas, aprofundar os objetivos da campanha e contactar mais organizações. Se queres envolver-te, clica aqui.

Eventos

Abaixo, segue uma lista das iniciativas:

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