Global Gasdown-Frackdown: Acção e Jantar Popular

A União Europeia dá gás ao colapso climático!

A UE dá gás ao caos climático from Climaximo on Vimeo.

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Fotos e vídeo da ação: Um gasoduto passou hoje pelo centro de Lisboa


COMUNICADO DE IMPRENSA: 13 de Outubro Dia Internacional de Acção contra o Gás e o Fracking: Acção nos escritórios do Banco Europeu de Investimento em Lisboa


/English below/

No próximo dia 13 de Outubro respondemos ao apelo internacional na luta contra o fracking e contra o gás natural! Às 16h30, vamos fazer uma acção frente à sede do Banco Europeu de Investimento em Lisboa (Av. da Liberdade 190, 1250-001 Lisboa). O BEI utiliza o dinheiro dos nossos impostos para financiar a indústria dos combustíveis fósseis, financiando prioritariamente mais de 90 projectos de apoio à expansão de uma rede europeia de importação e distribuição de gás! Têm de ser travados.logogasfrackdown_360

A União Europeia está financiar uma estratégia energética que alimenta o colapso climático nas próximas décadas. Ao distrair-nos com a mentira de que o gás “natural” é um combustível de transição para as energias renováveis, a União Europeia pretende alimentar a indústria petrolífera durante mais quatro a cinco décadas, montando infraestruturas portuárias e gasodutos em todo o continente europeu para importar gás dos EUA, Canadá, Austrália, Argélia, Azerbeijão, Rússia e muitos outros países. A maior parte desse gás é hoje extraído por fracking, o que aumenta ainda mais as emissões de gases com efeito de estufa. Para pagar este novo resgate às companhias petrolíferas, a União Europeia quer usar o dinheiro dos impostos de todas as pessoas da União Europeia, através do BEI, para que sejamos nós mesmos a financiar o colapso do clima que ameaça a civilização.

Hoje sabemos que para manter o aumento de temperatura no planeta abaixo dos 1,5ºC, temos de cortar as emissões em mais de 50% até 2030. Isto é daqui a 12 anos! Temos de travar os psicopatas que querem torrar o planeta e a Humanidade em petróleo, gás e carvão!gasland01

No final do dia, faremos um jantar com filme (Gasland) e debate no Gaia, Rua da Regueira 40, Alfama, em Lisboa. Junta-te a nós!

O que é o Jantar Popular?

  • Um Jantar comunitário vegano, biológico e livre de OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
  • Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
  • Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
  • Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
  • Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
  • Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
  • Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

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On October 13th, we will join the global gasdown frackdown action call and do an action in front of the European Investment Bank’s Lisbon office (Av. da Liberdade 190, 1250-001 Lisboa). EIB uses public money to finance more than 90 gas projects. And each one of them must be stopped.

The European Union is financing an energy policy that may push us to a climate chaos in the following decades. Presenting “natural” gas as a transition fuel, the EU aims at supporting the fossil fuel industry for five more decades, setting up pipelines and terminals to import gas from the US, Canada, Australia, Algeria, Azerbaijan, Russia and many more countries. To pay this new bailout for fossil fuel companies, the EU wants to use public money through the EIB, so that it would be us financing climate chaos directly.

We know today that to keep warming below 1.5ºC, we must cut emissions by 50% until 2030. This is just 12 years away! We have to stop the psychopaths who want to grill humanity with oil, gas and coal.

At the end of the day, we will have a community dinner with a movie screening (Gasland) and discussion in GAIA-Lisboa (Rua da Regueira 40, Alfama).

 

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Virar a Maré

Fluímos juntos rumo a 2020

Vamos juntar-nos para uma escalada a longo prazo da ação pela justiça climática e pela mudança de sistema!

A crise climática anda já em cima de nós. A meta de 1.5 graus é uma questão de vida e de morte para milhões de pessoas. Atingi-la requer que os estados industrializados estejam numa via de redução antes de 2020.by2020

Em vez disso, os estados estão a encorajar ainda a extração e o uso dos combustíveis fósseis. E este é apenas um dos desafios que enfrentamos.

Para a mudança acontecer, as nossas ações precisam de escalar em massa e de serem vistas como uma luta comum.

Vamos juntar as nossas lutas locais diversas – contra as minas, oleodutos ou gasodutos, contra a produção de plástico e a agroindústria, contra bancos e fronteiras. Não lutamos contra questões isoladas – juntas e juntos lutamos contra as infindáveis destruições que ameaçam o ambiente, as discriminações e as desigualdades produzidas pelo sistema capitalista.

Vamos juntar-nos a uma enorme mobilização pela justiça climática e pela mudança de sistema, culminando num levantamento massivo em 2020.

Ao mesmo tempo estamos a lançar as fundações para uma nova sociedade baseada no cuidado mútuo a cada pessoa e ao planeta. Estamos a criar redes resilientes com que possamos cultivar e produzir, partilhar e cuidar.

Eis alguma ideias sobre como tudo isto poderá parecer:

Agora: Preparar para começar

Planear as nossas lutas locais com estratégias para escalar e alargar com o tempo, começar talvez em ponto pequeno mas com objetivos ambiciosos – imaginar já como podem crescer, envolver novas aliadas e formas radicais ao longo do tempo. Estratégias locais a prazo mais longo vão facilitar os esforços em curso para coordenar as nossas lutas – seja através da partilha de habilidades, de mobilizações descentralizadas ou de convergências de massas.

2019: Ganhar impulso

Onde já forem possíveis, as ações de massas inspiram e treinam a nossa habilidade para mobilizar uma enorme quantidade de pessoas. Conferências, acampamentos, encontros, delineiam a nossa visão de um futuro habitável além do lucro.

2020: Levantamento

Para 2020, e para as batalhas que hão-de vir, mobilizamos uma enorme quantidade de pessoas contra diversos alvos por toda a Europa para ações de massas de desobediência civil. De forma não violenta mas ainda mais determinada, levantamo-nos pela justiça climática global.

Tanto resistindo como construindo, entretecemos as linhas das nossas lutas para mostrar o quadro geral sobre como queremos viver em conjunto – em 2020 e mais além.

A campanha de 2020 é um apelo a desenvolver uma perspetiva de longo prazo e a procurar convergências. Não sabemos ainda o que vai acontecer ao certo, mas sabemos que queremos estar, que temos de estar juntos e juntas…

Mudar o Sistema e não o Clima

http://by2020weriseup.net/

Klimacamp Viena: Movimento europeu pela justiça climática

Climáximo esteve no acampamento pelo clima (Klimacamp) em Viena. Participámos nas oficinas, ações e também na reunião da rede Climate Justice Action.

Climaximo in Klimacamp, Viena from Climaximo on Vimeo.

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Queremos partilhar com tod@s @s ativistas os planos de ação para os próximos meses e anos. (Vamos também discutir um pouco sobre como #pararofuro. 😉 )

15 de junho, sexta-feira, às 20h00

GAIA-Lisboa: Rua da Regueira 40, Alfama, Lisboa

NB: Isto também é o jantar de despedida da Olha, a melhor ativista ucraniana em Lisboa. 🙂

13 picknick

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O que é o Jantar Popular?
– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.