Ciclone – Ciclo de cinema climático

Exibição do filme Disruption, seguido de momento de discussão e reflexão sobre Alterações Climáticas.

Dia 9 de março às 21.00 no Centro Comercial STOP;
Dia 12 de março às 09:15 na Escola Secundária Gaia Nascente;
Dia 14 de março às 21:00 na Faculdade de Belas Artes.

Climáximo Porto

Eventos no Facebook, aqui.

Synopsis

‘When it comes to climate change, why do we do so little when we know so much?’

Through a relentless investigation to find the answer, Disruption takes an unflinching look at the devastating consequences of our inaction.

The exploration lays bare the terrifying science, the shattered political process, the unrelenting industry special interests and the civic stasis that have brought us to this social, moral and ecological crossroads.The film also takes us behind-the-scenes of the efforts to organize the largest climate rally in the history of the planet during the UN world climate summit.

This is the story of our unique moment in history. We are living through an age of tipping points and rapid social and planetary change. We’re the first generation to feel the impacts of climate disruption, and the last generation that can do something about it. The film enlarges the issue beyond climate impacts and makes a compelling call for bold action that is strong enough to tip the balance to build a clean energy future.

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Wrap-up: Marcha Mundial do Clima 2018

Parar o petróleo! Pelo clima, justiça e emprego!

Parar o petróleo! Pelo clima, justiça e emprego! from Climaximo on Vimeo.

 

No dia 8 de setembro, centenas de milhares de pessoas em 95 países dos 7 continentes (sim, Antártida também) saíram às ruas em mais de 900 acções na mobilização mundial “Rise for Climate”.

Em Portugal, 48 organizações juntarem-se para exigir um mundo livre dos combustíveis fósseis, em que as pessoas e a justiça social estejam acima dos lucros. Em Lisboa, Porto e Faro, centenas de pessoas marcharam sob o lema “Parar o petróleo! Pelo clima, justiça e emprego!”.


Em Lisboa, 800 pessoas marcharam com palavras de ordem “O mar é para surfar, não é para perfurar!“, “Empregos! Justiça! Clima!” e “Gás, carvão, petróleo. Debaixo do solo!”.

Os manifestantes exigiram:

  • uma transição justa e rápida para as energias renováveis;
  • zero infraestruturas de combustíveis fósseis novas: nem em Aljezur, nem em Aljubarrota, nem em lugar nenhum.

No Porto, mais de 200 pessoas marcharam da Praça de Liberdade até à Praça de Ribeira, a gritar bem alto “Muda o sistema, não o clima!”, “Fora, fora, fora daqui! Petróleo, gás, GALP e ENI!”.


No Algarve, 200 pessoas manifestaram-se em Faro. Algumas das palavras de ordem foram “Não ao furo! Sim ao futuro!” e “Somos natureza em auto-defesa”.


A verdadeira liderança climática nasce a partir das bases. Isto significa ver o poder nas mãos das pessoas, em vez das corporações; significa uma vida melhor para quem trabalha e justiça para as populações mais afetadas pelos impactos das alterações climáticas e pelas atividades das petrolíferas.

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Mais fotos da marcha no Flickr:


A marcha na comunicação social:

Portugal junta-se à Marcha Mundial do Clima em três cidades no dia 8 de setembro.

Marchas em Lisboa, Porto e Faro exigem que não se inicie a exploração de combustíveis fósseis e se faça uma transição justa e rápida para energias renováveis.

No próximo dia 8 de setembro, às 17 horas, marcaremos presença em Lisboa, Porto e Faro na Marcha Mundial do Clima sob o lema “Parar o petróleo! Pelo clima, justiça e emprego!”. Juntamo-nos à mobilização internacional “Rise for Climate”, que unirá milhões de pessoas em centenas de cidades por todo o mundo.

Exigimos uma transição justa e rápida para energias renováveis que vá ao encontro ou supere os compromissos governamentais de Portugal ser neutro em carbono até 2050 e que cumpra os compromissos a que se vinculou com o Acordo de Paris. Exigimos que não se criem novas infraestruturas de combustíveis fósseis em Portugal. Não faz sentido iniciar um ciclo de investimentos baseado numa economia do passado prejudicando o clima quando o país se comprometeu com o contrário. Por isso dizemos não aos projetos de petróleo frente a Aljezur, de gás em Aljubarrota e em outras zonas concessionadas ou passíveis de o ser.

Em Portugal, as marchas são organizadas no âmbito da iniciativa Salvar o Clima, que conta já com a subscrição de mais de 40 organizações de ambiente, movimentos cívicos, sindicatos e partidos políticos.

Em Lisboa e Faro, estão previstos breves discursos por parte de algumas organizações no final da marcha. No Porto, os discursos serão proferidos antes do início da marcha.

*

Contexto

Portugal tem sido severamente atingido por secas, vagas de calor, e incêndios descontrolados. A nossa floresta, o maior sumidouro de carbono que possuímos tem vindo a ser destruída. Os nossos compromissos com o Acordo de Paris e com a neutralidade carbónica até 2050 espelham uma profunda contradição com as intenções de abrir o país à exploração de combustíveis fósseis.

Esta contradição tem de ser urgentemente invertida em prol da vida na Terra e não de perspetivas irrealistas de retorno económico, retorno este muito inferior aos possíveis impactes locais e aos garantidos impactes globais.

Mesmo num período da nossa civilização em que por vezes surgem informações falsas e populistas, a verdade é que o consenso científico demonstra as evidências irrefutáveis das alterações climáticas. Estas evidências estão infelizmente a tornar-se parte do nosso quotidiano, e lentamente constatamos uma mudança do clima com consequências dramáticas desde já, e principalmente para as próximas gerações, afetando múltiplos domínios da nossa sociedade.

Os efeitos fazem-se sentir cada vez mais e a velocidade com que a gravidade e intensidade destes se manifesta é cada vez maior. Conceitos como “planeta mais quente” estão rapidamente a ser substituídos pela noção de “planeta inabitável”.

Estamos progressivamente a perder a luta contra o tempo para salvarmos o nosso planeta. De acordo com estudos recentes, há um risco crescente de atingirmos um ponto a partir do qual o sistema Terreste ficará permanentemente instável, passando este a acelerar as alterações climáticas ao invés de as atenuar.

Com a intensificação dos impactes das alterações climáticas, chegámos ao momento em que temos de ir bem para além do que as negociações internacionais podem oferecer.

Juntos podemos mobilizar-nos para a construção de uma liderança climática e criar o momento certo para assegurar uma transição energética para um mundo sustentável e equitativo. Para atingir isso, comunidades do todo o mundo vão liderar e assegurar a transição justa e rápida para energias 100% renováveis para todos, ao mesmo tempo que param todos os novos projetos de exploração de combustíveis fósseis.

A Marcha Mundial do Clima marcará o passo dos próximos eventos políticos, e mostrará aos nossos líderes qual a resposta que queremos para a realidade da crise climática

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A iniciativa n’ 1 minuto:

Quem? |Mais de 40 organizações (ONGs, movimentos locais, sindicatos, partidos)

O quê? | Marcha Mundial do Clima

Onde? | LISBOA: Cais do Sodré | PORTO: Praça da Liberdade | FARO: Largo da Sé

Quando? | 8 de setembro, sábado, 17h00

Porquê? | “Parar o petróleo! Pelo clima, justiça e emprego!”

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Informações:

Mobilização internacional: www.riseforclimate.org

Organizações promotoras em atualização e Convocatória: http://www.salvaroclima.pt

general 2018

Santos Populares no Norte

Durante o mês de junho o Climáximo distribuiu panfletos sobre a prospeção de de combustíveis fosséis em algumas praias de Vila Nova de Gaia em ruas do centro do Porto.

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O Panfleto tinha quadras alusivas aos Santos Populares que se festejam em Junho e tinha como principal objetivo contactar diretamente com a população e auferir do seu conhecimento sobre a relação; alterações climáticas e exploração de hidrocarbonetos.

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8 setembro: Marcha Mundial do Clima 2018

Wrap-up: Marcha Mundial do Clima

Resumo das marchas em Lisboa, Porto e Faro, vídeo, fotos e notícias no Resumo do Dia.


Vais marchar este sábado? Algumas dicas.

Climáximo convoca para a Marcha Mundial do Clima 2018!

COMUNICADO: Portugal junta-se à Marcha Mundial do Clima em três cidades no dia 8 de setembro *** Marchas em Lisboa, Porto e Faro exigem que não se inicie a exploração de combustíveis fósseis e se faça uma transição justa e rápida para energias renováveis. ***

4 de setembro, Porto, 19h00: Artes e Cultura pelo Clima

8 de setembro, Lisboa, 17h00: Trabalhadores pela justiça climática

8 de setembro, Lisboa, 21h00: Política climática de bases: conversa sobre a campanha Empregos para o Clima em Portugal


Parar o petróleo! Pelo clima, justiça e emprego!

No dia 8 de setembro, vamos juntar-nos à mobilização internacional “Rise for Climate” para exigir um mundo livre dos combustíveis fósseis, em que as pessoas e a justiça social estejam acima dos lucros.

A verdadeira liderança climática nasce a partir das bases. Isto significa ver o poder nas mãos das pessoas, em vez das corporações; significa uma vida melhor para quem trabalha e justiça para as populações mais afetadas pelos impactos das alterações climáticas e pelas atividades das petrolíferas.

Vamos marchar para exigir:
– uma transição justa e rápida para as energias renováveis;
– zero infraestruturas de combustíveis fósseis novas: nem em Aljezur, nem em Aljubarrota, nem em lugar nenhum.

LISBOA: Cais do Sodré, 17h00

PORTO: Praça da Liberdade, 17h00

FARO: Largo da Sé, 17h00

Mais informações: http://www.salvaroclima.pt
Mobilização internacional: http://www.riseforclimate.org

ACÇÃO NO PORTO: Ativistas serviram “coquetail de petróleo” e “água com gás de fracking” na conferência com Obama sobre alterações climáticas

À entrada da conferência “Climate Change Leadership Summit” no Porto, ativistas do Climáximo serviram bebidas falsas que representam as verdadeiras políticas climáticas do governo português e do Obama. A acção sublinhou as contradições entre os discursos e as acções dos governos.

Esta sexta-feira, o Coliseu no Porto foi palco duma conferência internacional, “Climate Change Leadership Summit”, em que o ex-presidente dos EUA Barack Obama foi convidado especial.

Contudo, foi durante a administração do Obama que foi lançada uma “revolução de gás de xisto”, i.e. o uso de fracturação hidráulica para extrair gás fóssil. Obama teve um discurso contra o carvão que serviu para criar uma imagem verde da sua administração, mas como os activistas do Climáximo sublinham:

Um nível de 3% de fugas durante a extracção ou o transporte [do gás] implicaria mais emissões do que as do carvão. Os dados mostram que entre 3.6% e 7.9% do gás escapa para a atmosfera durante a exploração. O gás é uma boa ideia para a indústria petrolífera, mas uma ideia horrível para o clima.

Obama aumentou as emissões dos EUA, manteve e fortaleceu o status quo da indústria de combustíveis fósseis, e depois entregou-o a Trump.

Por outro lado, os activistas destacam que

o governo português fechou os olhos às manifestações contra o furo de petróleo em Aljezur, ignorou todas as consultas públicas em que as populações e autarcas se opuseram ao furo, renovou o contrato caducado da ENI/GALP e permitiu que as operações avançassem sem avaliação de impacto ambiental.

Climáximo, colectivo pela justiça climática, denuncia os discursos “verdes” dos políticos que seguem políticas destrutivas na direcção do caos climático.

Na entrada da conferência, ativistas do Climáximo serviram “coquetails de petróleo” e “água com gás de fracking”, em representação do discurso que será “servido” dentro: palavras bonitas e “ambiciosas” mas em essência cheias de combustíveis fósseis.

Climáximo exige o impedimento imediata do furo de Aljezur, o cancelamento dos todos os contratos de petróleo e gás, e uma transição rápida e justa para energias renováveis.

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Formação em Ativismo Climático – Porto

Formação em Ativismo Climático e Lançamento do Núcleo do Climáximo no Porto

Os governos de todo o mundo assinaram muitos papéis a dizer que vão resolver a crise climática. Esses mesmos governos continuam a autorizar novas infraestruturas de combustíveis fósseis. Assim sendo, ninguém vai resolver este assunto por nós. Somos nós aqueles de quem estávamos à espera. 🙂

Climáximo e Coletivo Clima estão a juntar forças para construir um movimento nacional pela justiça climática.

No dia 28 de abril, vamos fazer uma formação em ativismo climático no Porto e lançar uma série de ações.

28 de abril, Sábado
10h – 18h
Sindicato dos Professores do Norte (Rua Dom Manuel II, 51-C 3° , 4050-345 Porto)

Programa

10h00 Ciência Climática

  • Ciência climática (pdf)
  • Justiça Climática (pdf)

11h00 Panorama Político do Clima

Almoço

14h00 Luta contra os Combustíveis Fósseis em Portugal

15h00 A campanha Empregos para o Clima

16h00 Próximos passos na luta

INSCRIÇÕES FECHADAS. MANDA-NOS UM EMAIL PARA RECEBER INFORMAÇÃO SOBRE AS PRÓXIMAS AÇÕES.

 

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Climáximo ao Porto! :)

És do Norte de Portugal e andas à procura de uma organização horizontal que faça ativismo climático?

Já tens (pelo menos uma) solução.

O Climáximo está a planear dinamizar um grupo no Porto! 🙂

Se queres fazer parte deste processo,
– envia-nos um e-mail com o teu contato, e
– inscreve-te no autocarro para a manifestação “Enterrar de vez o furo
para conversarmos sobre as nossas ideias.

Até já!

*

O Climáximo é um coletivo que se reúne semanalmente para organizar ações a vários níveis na luta pela justiça climática, tais como: luta contra a exploração de petróleo e gás, campanhas pelos transportes públicos e a campanha Empregos para o Clima.