Gás Convencional, Groeningen, Code Rood – Entrevista com Lenny

Gás Convencional, Groeningen, Code Rood – Entrevista com Lenny from Climaximo on Vimeo.

PT | Ativistas do Climáximo estiveram em Ostrava, República Checa, na reunião da rede Climate Justice Action. Entrevistámos o Lenny, do coletivo holandês de ativismo climático, Code Rood.

Code Rood tem lutado contra infraestruturas de gás em Holânda durante vários anos e recentemente conseguiram parar os projetos de extração. Extração convencional de gás on-shore (em terra) estive a causar terramotos e problemas de saúde pública na região.

Lenny convida-te ao Camp-in-Gas, acampamento de ação contra gás fóssil e pela justiça climática, a ser realizado em Portugal no verão de 2019.

Mais informação sobre Code Rood: code-rood.org
Mais informação sobre Camp-in-Gás: camp-in-gas.pt

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EN | Activists of Climáximo were in the Climate Justice Action meeting in Ostrava, Czech Republic. We interviewed Lenny from the Dutch climate action collective Code Rood.

Code Rood has been fighting against gas infrastructures in the Netherlands for years and recently their mobilizations managed to stop the extraction. Conventional onshore gas extraction has been causing earthquakes and public health issues in the region.

Lenny invites you to Camp-in-Gás, action camp against fossil gas and for climate justice, to take place in Portugal in Summer 2019.

More information on Code Rood: code-rood.org
More information on Camp-in-Gás: camp-in-gas.pt

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VÍDEO: A cimeira do clima em Katowice não serve. Os trabalhadores precisam de mobilizar-se para exigir uma transição justa.

This video is based on a declaration written by unionist and climate justice activists, gathered in Lisbon in November 22nd-25th by the initiative of the Climate Jobs campaign in Portugal and the Rosa Luxemburg Foundation. The declaration was launched at the closing session of the 4th International Ecosocialist Encounters.

To read the full text in various languages and sign: actionnetwork.org/petitions/the-climate-summit-in-katowice-wont-do-the-workers-must-mobilize-to-demand-a-just-transition/ .

Wrap-up: Marcha Mundial do Clima 2018

Parar o petróleo! Pelo clima, justiça e emprego!

Parar o petróleo! Pelo clima, justiça e emprego! from Climaximo on Vimeo.

 

No dia 8 de setembro, centenas de milhares de pessoas em 95 países dos 7 continentes (sim, Antártida também) saíram às ruas em mais de 900 acções na mobilização mundial “Rise for Climate”.

Em Portugal, 48 organizações juntarem-se para exigir um mundo livre dos combustíveis fósseis, em que as pessoas e a justiça social estejam acima dos lucros. Em Lisboa, Porto e Faro, centenas de pessoas marcharam sob o lema “Parar o petróleo! Pelo clima, justiça e emprego!”.


Em Lisboa, 800 pessoas marcharam com palavras de ordem “O mar é para surfar, não é para perfurar!“, “Empregos! Justiça! Clima!” e “Gás, carvão, petróleo. Debaixo do solo!”.

Os manifestantes exigiram:

  • uma transição justa e rápida para as energias renováveis;
  • zero infraestruturas de combustíveis fósseis novas: nem em Aljezur, nem em Aljubarrota, nem em lugar nenhum.

No Porto, mais de 200 pessoas marcharam da Praça de Liberdade até à Praça de Ribeira, a gritar bem alto “Muda o sistema, não o clima!”, “Fora, fora, fora daqui! Petróleo, gás, GALP e ENI!”.


No Algarve, 200 pessoas manifestaram-se em Faro. Algumas das palavras de ordem foram “Não ao furo! Sim ao futuro!” e “Somos natureza em auto-defesa”.


A verdadeira liderança climática nasce a partir das bases. Isto significa ver o poder nas mãos das pessoas, em vez das corporações; significa uma vida melhor para quem trabalha e justiça para as populações mais afetadas pelos impactos das alterações climáticas e pelas atividades das petrolíferas.

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Mais fotos da marcha no Flickr:


A marcha na comunicação social:

VÍDEO: Consulta Pública Internacional

Consulta Pública Internacional contra o furo de petróleo em Aljezur

Lena da Áustria, Paola da Itália, Ezgi da Turquia e Oleg da Ucrânia explicam porque as suas lutas locais pela justiça climática são também lutas para parar o furo de Aljezur.

Consulta Pública Internacional sobre o Furo de Aljezur from Climaximo on Vimeo.

 

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Impactos dos projetos de combustíveis fósseis não são só locais.

Para travar as alterações climáticas temos que deixar no mínimo 80% das reservas conhecidas dos combustíveis fósseis no solo.

Mais infraestruturas, mais furos e mais investimento nos hidrocarbonetos são a receita certa para caos climático. Isto significa fogos florestais na Indonésia e no centro de Portugal, tempestades mais fortes nas Filipinas, subida do nível do mar e desaparecimento das cidades inteiras em Bangladeche e na costa portuguesa, secas crónicas na África e no Alentejo, e imigrantes climáticos e conflitos sociais por todo o mundo.

Os impactos das alterações climáticas são globais. Todas as comunidades afetadas têm palavra para dizer sobre os “impactos ambientais” dum novo projeto petroleiro.

Sabemos que o governo e as corporações petrolíferas não querem ouvir aos autarcas, às populações locais e às organizações da sociedade civil, porque ouvir não dá dinheiro.

Mas nós somos muito mais que eles acham e estamos a lutar pela justiça climática por todo o mundo. A única hipótese que a humanidade tem para se manter num planeta habitável é nós ganharmos.

Nas lutas por uma transição energética na Ucrânia, contra a terceira pista do aeroporto da Viena, contra o gigante gasoduto entre Azerbaijão e Itália, contra os mega projetos em Istambul, e contra o furo de Aljezur, estamos a lutar pela mesma causa.

Em solidariedade com tod@s os guerreir@s do clima, temos que parar o furo.

consulta publica internacional

VÍDEO: Empregos para o Clima: porquê com impacto direto na redução de emissões?

A Campanha Empregos para o Clima exige novos postos de trabalho no sector público e em áreas com impacto direto na redução de emissões de gases com efeito de estufa. E porquê com impacto direto na redução de emissões? Não existem já os empregos verdes?

A campanha Empregos para o Clima exige uma política ativa de criação de emprego digno em áreas de combate às alterações climáticas. Em Portugal, a campanha prevê, neste momento, a criação de 100 mil empregos.

Este é o terceiro de quatro vídeos que pretendem explicar os princípios que caracterizam esta Campanha: têm de ser postos de trabalho novos, no sector público, em áreas com impacto direto na redução de emissões de gases com efeito de estufa e que integrem prioritariamente quem trabalha hoje na indústria dos combustíveis fósseis.

Ver o primeiro vídeo sobre porque têm de ser novos postos de trabalho aqui.

Ver o segundo vídeo sobre porque têm de ser postos de trabalho no sector público aqui.

Organizações envolvidas:

Climáximo
Precários Inflexíveis
Coletivo Clima
GAIA
CGTP
Peniche Livre de Petróleo
Sindicado dos Professores de Grande Lisboa
Sindicato dos Professores do Norte

Para mais informação: empregos-clima.pt

VÍDEO: Empregos para o Clima: E porquê no sector público? Porque é que tem de ser contribuinte português a pagar?

A Campanha Empregos para o Clima exige novos postos de trabalho no sector público. E porquê no sector público? Porque é que tem de ser contribuinte português a pagar?

A campanha Empregos para o Clima exige uma política ativa de criação de emprego digno em áreas de combate às alterações climáticas. Em Portugal, a campanha prevê, neste momento, a criação de 100 mil empregos.

Este é o segundo de quatro vídeos que pretendem explicar os princípios que caracterizam esta Campanha: têm de ser postos de trabalho novos, no sector público, em áreas com impacto direto na redução de emissões de gases com efeito de estufa e que integrem prioritariamente quem trabalha hoje na indústria dos combustíveis fósseis.

Ver o primeiro vídeo sobre porque têm de ser novos postos de trabalho aqui: vimeo.com/212229305

Organizações envolvidas:

Climáximo

Precários Inflexíveis

Coletivo Clima

GAIA

CGTP

Peniche Livre de Petróleo

Sindicado dos Professores de Grande Lisboa

Sindicato dos Professores do Norte

Para mais informação:

empregos-clima.pt

Vídeo: Os Empregos para o Clima têm de ser novos postos de trabalho. Porquê?

A campanha Empregos para o Clima exige uma política ativa de criação de emprego digno em áreas de combate às alterações climáticas. Em Portugal, a campanha prevê, neste momento, a criação de 100 mil empregos.

Este será o primeiro de quatro vídeos que pretendem explicar os princípios que caracterizam esta Campanha: têm de ser postos de trabalho novos, no sector público, em áreas com impacto direto na redução de emissões de gases com efeito de estufa e que integrem prioritariamente quem trabalha hoje na indústria dos combustíveis fósseis.

Organizações envolvidas:
Climáximo
Precários Inflexíveis
Coletivo Clima
GAIA
CGTP-IN
Sindicatos dos Professores do Norte
Para mais informação:
empregos-clima.pt