Um gasoduto passou hoje pelo centro de Lisboa

A UE dá gás ao caos climático from Climaximo on Vimeo.

No dia de ação global contra Gás e Fracking, ativistas do Climáximo caminharam pelas ruas de Lisboa para chamar a atenção sobre o projeto de 160 km de gasoduto desde Guarda até Bragança, apoiado pela União Europeia. O negacionismo das alterações climáticas do governo português toma estende-se a todas as fases da exploração de combustíveis fósseis: desde furos de petróleo e gás em Portugal, passando por acordos de gás de fracking com Trump e a transformação do porto de Sines na porta de entrada desse gás na Europa, até à expansão de gasodutos para o transportar.

Temos de parar todos os novos projetos de combustíveis fósseis. Os ativistas transportaram um gasoduto onde se lia “A UE dá gás ao caos climático” e “Gás: tão natural como a extinção” até à sede do Banco Europeu de Investimento, para o devolverem. Ironicamente, o BEI também não quis aceitar a encomenda, pelo que os ativistas desmantelaram o gasoduto no local, visto afinal ninguém o querer.

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A gas pipeline passed through the city center of Lisbon today.

On the global day of action #GasdownFrackdown, activists of Climáximo walked through the streets of Lisbon to highlight the 160km gas pipeline project from Guarda until Bragança, a project supported by the European Commission. The Portuguese government’s climate denialism extends from deep offshore oil drills to fracked gas agreements with Trump, from gas pipelines to increasing the gas capacity of the Sines port.

We must stop all new fossil fuel projects. The activists carried the gas pipeline which read “EU fuels climate chaos” and “Gas is as natural as mass extinction”, and wanted to return it to the European Investment Bank office. Ironically, the EIB also did not accept the delivery, so the activists had to dismantle the pipeline at the spot, seeing that no one wanted it after all.

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